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terça-feira, 2 de maio de 2017

j.Borges - 80 Anos.

J. Borges
80 Anos.
Curadoria: Marcelle Farias e José Carlos Viana.
J. Borges é um dos mais importantes artistas do Brasil. Patrimônio vivo de Pernambuco, nasceu em 20 de dezembro de 1935, no município de Bezerros.
Mestre da literatura de Cordel, é o xilogravurista brasileiro mais reconhecido no Mundo.
Sua obra já foi exposta na França, Espanha, Venezuela, Alemanha, Suíça e Estados Unidos, onde foi tema de uma reportagem do The New York Times, que o apontou como gênio da arte popular.
Para celebrar as oito décadas do artista, A Caixa Cultural apresenta a exposição J. Borges 80 Anos, trazendo uma coletânea de 10 xilogravuras inéditas.
Como J. Borges não tinha dinheiro para encomendar as ilustrações, passou a fazer ele mesmo suas matrizes, inovando o processo tradicional ao conceber uma técnica autoral para colorir as imagens.
Autodidata, J. Borges se tornou artista plástico. Desde então não parou mais de fazer matrizes por encomenda e também para ilustrar as centenas de cordéis que lançou ao longo da vida.
"A xilogravura nasceu em mim a partir da necessidade de ilustrar o cordel". J. Borges
"O ar cheira a tinta, cheira a madeira. As pranchas de madeira, em pilhas altas, esperam que Borges as talhe, enquanto as gravuras frescas. recém impressas, secam penduradas no arame de um varal. Com sua cara talhada em madeira, Borges me olha sem dizer nada." Eduardo Galeano
"Eles vêem meu trabalho como obra de arte, mas para isso acontecer eu tive que enfrentar muitos anos de luta com otimismo e esperança de vencer as dificuldades que me apareciam ao longo dessa trajetória". J. Borges
Reprodução gravura Plantio de Algodão.
Reprodução gravura No Meu Tempo De Criança.
Espaço dedicado a literatura de Cordel, que permite um verdadeiro mergulho na poesia popular de J. Borges, na qual ele versa com genialidade os acontecimentos, fatos políticos, lendários, folclóricos ou pitorescos da vida como ela é.
A Literatura de Cordel é um gênero literário popular escrito frequentemente na forma rimada, originado em relatos orais e depois impresso em folhetos que são ilustrados com xilogravuras. O nome tem origem na forma como tradicionalmente os folhetos eram expostos para venda, pendurados em cordas, cordéis ou barbantes.
Em 2006, J. Borges recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, assumindo assim a missão de transmitir seu conhecimento para as gerações futuras.
Caixa Cultural São Paulo
Até 07/05/2017
Observação: Todas as informações foram retiradas do catálogo J. Borges 80 Anos, distribuído gratuitamente pela Caixa Cultural.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Nando Cordel - Grandes Sucessos.

Nando Cordel 

 Grandes Sucessos.

Simplesmente um show maravilhoso. Cantei todas as músicas e ri demais das histórias que o Nando Cordel contou sobre a sua trajetória.

A CAIXA Cultural São Paulo apresentou, de 20 a 23 de abril (quinta-feira a domingo), o show Nando Cordel – Grandes Sucessos, que comemora os 30 anos de carreira do compositor pernambucano. A entrada franca, com patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.
No show, o cantor apresentou canções conhecidas do público como Você Endoideceu o Meu CoraçãoÁgua na Boca e Doido Pra Te Amar, além dos sucessos em parceria com Dominguinhos, como: Dedicado à VocêGostoso DemaisDe Volta pro Meu Aconchego e Isso Aqui Tá Bom Demais, e Tanto Querer, em parceria com Geraldo Azevedo.

Nesses 30 anos de carreira, Nando Cordel já lançou 25 CD, emplacou diversos sucessos e teve suas músicas gravadas por nomes como Maria Bethânia, Elba Ramalho, Zizi Possi, Chico Buarque, Emílio Santiago, Fafá de Belém, Fagner, Dominguinhos, Martinho da Vila e Amelinha.
Para o show na CAIXA Cultural São Paulo o cantor e compositor vai comemorar em família os 30 anos de carreira, acompanhado de Tatuana Cordel (Baixo), Tauã Cordel (Bateria), Leo Lima (Sanfona) e Caiã Cordel (Percussão), além é claro do próprio Nando Cordel na voz e violão. 
Programa
Minha Doce Estrela - Nando Cordel
Você Endoideceu Meu Coração - Nando Cordel
Flor de cheiro - Nando Cordel

Eu Nunca Esqueci Você - Nando Cordel

Minha Fraqueza é Você - Nando Cordel

Gostoso Demais - Nando Cordel) / Dominguinhos

Vem Ficar Comigo - Nando Cordel
Dedicado à Você - Nando Cordel / Dominguinhos
Tanto Querer - Nando Cordel / Geraldo Azevedo
Diz Pra mim - Nando Cordel
Coisa Linda - Nando Cordel
De Volta Pro Meu Aconchego - Nando Cordel / Dominguinhos
Sabiá - Luiz Gonzaga
Amor Imenso - Nando Cordel
Pague Meu Dinheiro - Nando Cordel
Água na Boca - Nando Cordel
Doido pra Te Amar - Nando Cordel
Dia de Folia - Nando Cordel
Isso Aqui Tá Bom Demais - Nando Cordel / Dominguinhos
CAIXA Cultural São Paulo.

Informações retiradas :

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Exposição: "O Escultor Francisco Brennand - Milagre da Terra, dos Peixes e do Fogo".

Exposição: "O Escultor Francisco Brennand - 
Milagre da Terra, dos Peixes e do Fogo". 
Conseguimos ir na  última semana da exposição das Esculturas do Brennand, no Museu Afro Brasil (localizado dentro do Parque Ibirapuera).
Não poderíamos deixar de ir por diversos motivos, entre eles: prestigiar um dos maiores e um dos mais premiados artistas do Brasil (Pernambuco), que é pintor, escultor, ilustrador,ceramista, desenhista, designer,...
A exposição continha aproximadamente 80 esculturas de cerâmica divididas em diversas categorias (pássaros, frutos,...).
Quatro Governadores da Campanha das Batalhas dos Guararapes.
Imaculada Conceição (ao centro).
Num poema dedicado ao escultor, o poeta João Cabral de Melo Neto também define o ofício de ceramista: "Prender o barro brando no ovo/ de não sei quantas mil atmosferas/ que o faça fundir no útero fundo/ que devolve à pedra a terra que era".
 
Dois Peixes. 
 Diana Caçadora. 
 Serpente.
 Jacaré. 
 Fruto.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Vila de Nazaré

Antigo local de uma vila colonial do século XVI, origem da história do Brasil e palco de numerosas batalhas entre índios caetés, portugueses, luso-brasileiros e holandeses. Localizada no cume do Cabo de Santo Agostinho, embora tenha sofrido várias alterações urbanas, suas atuais casas ainda guardam a configuração seiscentista original.
A existência do antigo porto da época da colonização na Baía de Suape fez da Vila Nazaré um ponto altamente estratégico para  a moradia daqueles envolvidos nas tarefas de defesa da região.
em Nazaré, se abrigaram os padres oratorianos vindos de Portugal, antes de iniciarem as suas missões e se instalarem definitivamente no Convento da Madre de Deus, na cidade do Recife.
Fazem parte da Vila: a antiga Capela, o Museu do Pescador, Biblioteca Farol das Letras, Escola Municipal Vincent Yanez Pizon, Igreja de Nossa Senhora de Nazaré, Ruínas do convento Carmelita, Cemitério de Nazaré, antiga Casa do Faroleiro, Farol novo, Forte Castelo do Mar, Baterias de São Jorge I e II, Bateria de Calhetas e Forte São Francisco Xavier de Gaibu. 
Museu do Pescador (Casa Azul).
Ruínas da Capela Velha.
Ruínas Convento Carmelita e Igreja N.S.Nazaré.
Antiga Casa do Faroleiro.
Farol Novo.
 Ao fundo, o Porto de Suape.
 Forte São Francisco de Xavier.

Igreja N.S.Nazaré e Ruínas Convento Carmelita

 A Igreja de Nazaré (final do século XVI, monumento nacional tombado pelo Iphan) - Foi erguida no ponto mais alto do Cabo de Santo Agostinho e está localizada na Vila de Nazaré, no sítio histórico, ao lado das ruínas do Convento Carmelita e do cemitério. Não se pode determinar a data exata da sua construção. Sabe-se, porém, que esta igreja já existia no final do século XVI, quando servia de referência a navegadores.
É um monumento de estrutura retangular com uma só cúpula, coro, capela-mor e uma galeria lateral até a sacristia. Tem nave única, e seu interior é simples. O nicho do altar-mor é todo de pedra sabão. Os sinos da igreja sã originais, datado de 1679, e ainda hoje são tocados.

Ruínas do Convento Carmelita - A construção do convento, ao lado norte da Igreja N.S.de Nazaré, foi iniciada em 1692 e somente terminada em 1731, como se lê numa inscrição latina em forma poética gravada numa pedra existente no corredor que dá acesso à sacristia da Igreja. Pouco tempo depois de sua fundação, o convento passou a ser subordinado à Província Carmelita da Bahia, o que dificultou desde o início a manutenção dos religiosos do convento. Soma-se a isso o fato de que não havia renda certa - os religiosos viviam de esmolas, missas e ofícios.
Com a promulgação, em meados do século XIX, da lei que proibia a admissão de noviços nas ordens religiosas no Império, o convento não pôde (...) preencher os cargos que a morte aos poucos ia abrindo em sua comunidade, até ficar reduzido a dois religiosos velhos e inválidos. O último superior do convento foi recebido em 1859, mas, pouco tempo depois, vendo-se isolado e sem meios para a sua própria subsistência, exonerou-se de seu cargo e resolveu, afinal abandonar o convento.