♥ Seguidores♥

Mostrando postagens com marcador #saopaulo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador #saopaulo. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Uma Quase Dupla.

Uma Quase Dupla.
Estreia 19 de Julho nos cinemas.
Semana passada (04/07), aconteceu a cabine e coletiva do filme Uma Quase Dupla em são Paulo.
A comédia foi produzido pela Biônica Filmes e Paris Entretenimento e dirigido por Marcus Baldini, o filme tem roteiro assinado por Ana Reber e Leandro Muniz, com colaboração de Tatá Werneck, Fernando Fraiha e Daniel Furlan. 
No longa, Tatá Werneck e Cauã Reymond vivem Keyla e Claudio, dois policias que não têm nada em comum, mas precisam unir forças para desvendar uma série de assassinatos na cidade fictícia de Joinlandia, no interior do país. Claudio é um subdelegado acostumado à vida pacata e que passa mal nas cenas dos crimes. Já a experiente investigadora Keyla, enviada do Rio de Janeiro, não tem medo de nada e acha que é capaz de resolver o mistério sozinha.
"Sempre quis trabalhar com o Cauã. Adorei vê-lo em cena e descobri a alegria que é estar com ele fora de cena também. Foi maravilhoso vê-lo brilhante fazendo comédia, um lugar onde não estamos acostumados a vê-lo. Aprendi muito com ele ", conta Tatá.
"Há muito tempo tinha o desejo de me desafiar e me exercitar em um gênero que não domino, por isso este encontro não poderia ter sido mais feliz. Tatá é rápida, tem um tempo de comédia impressionante, é uma mestra do ofício. Acho que o público vai se divertir nos cinemas tanto quanto eu tenho me divertido nas filmagens", acredita Cauã. 
"O encontro de dois atores diferentes e talentosos é uma força desse projeto. Acredito que isso deu um charme especial ao filme, junto com a linguagem que brinca com os clichês de filmes de investigação e suspense", conta o diretor Marcus Baldini. 
Sinopse: Keyla (Tatá Werneck) e Claudio (Cauã Reymond) são dois policiais que não têm nada em comum, mas se veem obrigados a trabalhar juntos na pacata cidade de Joinlandia. Ela é uma investigadora competente que acha que pode resolver tudo sozinha. Ele é um subdelegado boa praça e nada eficiente. Os dois vão formar uma dupla improvável e juntos, tentar capturar um habilidoso assassino em série. 
Elenco: Tatá Werneck, Cauã Reymond, Louise Cardoso, Ary França, Alejandro Cleveaux, Daniel Furlan, Augusto Madeira, Gabriel Godoy, Valentina Bandeira, Priscila Steiman, Pedroca Monteiro, Luciana Paes, George Sauma, Caito Mainier.
Ficha Técnica: 
Uma produção Biônica Filmes e Paris Entretenimento 
Coprodução: Paramount Pictures e Globo Filmes 
Distribuição: Paris Filmes e Downtown Filmes 
Direção: Marcus Baldini 
Produção: Bianca Villar, Fernando Fraiha, Karen Castanho, Marcio Fracarolli e Sandi Adamiu. Produtor Associado: Carlos Diegues, Cauã Reymond e Tatá Werneck 
Roteiro: Ana Reber e Leandro Muniz, com colaboração de Tatá Werneck, Fernando Fraiha e Daniel Furlan.
Produção Executiva: Bianca Villar 
Direção de Fotografia: Rodrigo Monte 
Direção de Arte: Rita Faustini 
Figurino: Leticia Barbieri 
Montagem: Danilo Lemos e Helena Chaves 
Trilha Sonora: Plinio Profeta 
Assessoria de Imprensa: Primeiroplanocom.com.br
 Informações para a imprensa:Primeiro Plano.

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Chaplin - O Musical.

Chaplin 
 O Musical.
Quem é fã dos filmes do Chaplin vai adorar este espetáculo. É emocionante e muito divertido. A história é muito rica em detalhes e as caracterizações estão perfeitas. O elenco é grandioso e Jarbas Homem de Mello conseguiu se superar ao interpretar tão bem um dos maiores artistas cinematográficos. O musical esta imperdível e se eu tiver a possibilidade, irei novamente.
Sinopse: O espetáculo é baseado na história real de Sir Charles Spencer Chaplin ou simplesmente Charlie Chaplin, um dos maiores artistas cinematográficos de todos os tempos.
 A peça percorre sua carreira desde a primeira performance, quando ainda era uma criança pobre em plena Londres do século XIX, à consagração e fama mundial como ator, diretor, produtor, comediante e humorista.
 A atmosfera de “Chaplin, o musical” leva a uma verdadeira viagem no tempo à era do cinema mudo de Hollywood. Cenas antológicas de filmes estrelados por Chaplin ganham destaque na produção e são enriquecidas pelas projeções que ocupam grandes telas por todo o palco. Na lista estão os lendários: “The Kid”, “The Circus”, “Tempos Modernos” e “O Grande Ditador”.
Durante o musical, além de relembrar seus filmes e personagens - como Carlitos, o vagabundo, o mais célebre deles - o público conhece mais sobre suas escolhas políticas, sua agitada vida amorosa e as pessoas que marcaram sua trajetória, como a mãe Hannah (Naíma); o irmão mais velho Sydney , a quarta esposa Oona O´Neill (Myra Ruiz), a colunista e crítica ferrenha Hedda Hooper (Paula Capovilla), o primeiro empresário Fred Karno (Julio Mancini) e Mack Sennett (Paulo Goulart Filho), fundador dos estúdios Keystone.
 Com trilha sonora original de Christopher Curtis, incluindo as canções “Olhe para todas as pessoas”, “Just Another Day in Hollywood” e “This man”; “Chaplin, o musical” é produzido por Claudia Raia e Sandro Chaim. A versão brasileira é assinada por Miguel Falabella.
Informações retiradas:Ingresso Rapido.
Elenco: Jarbas Homem de Mello, Juan Alba, Paula Capovilla, Naíma, Paulo Goulart Filho, Myra Ruiz, Julio Assad, Lorenzo Tarantelli, Renatinho, Amélia Gumes, Claudia Rosa, Jofrancis, Luana Zenun, Luiza Arruda, Mariana Tozzo, Talitha Pereira, Arthur Berges, Beto Macedo, Felíppe Moraes, Fhilipe Gislon, Gustavo Ceccarelli, Marcos Lanza, Maurício Alves.
“Vem ver Charlie Chaplin, no cinema a brilhar...” 
 Theatro Net.

terça-feira, 8 de maio de 2018

Bibi - Uma Vida em Musical! 🎶🎭

Bibi - Uma Vida em Musical! 🎶🎭
Texto: Artur Xexéu
Emoção em ver novamente em cena a nossa querida Amanda Acosta em um super musical que homenageia e mostra a trajetória da grande dama do teatro: Bibi Ferreira.
O musical é um tributo a Bibi Ferreira e retrata a sua vida familiar (adolescência, vida amorosa, casamentos, o relacionamento com sua única filha), e sua vida profissional. Mostra como foi o seu início nos palcos incentivada por seu pai Procópio Ferreira, que lhe deu o primeiro papel de destaque no teatro. E depois vieram os papéis inesquecíveis em  “Gota d’Água”,  “My Fair Lady”, “Alô Dolly” e “Piaf, a Vida de Uma Estrela da Canção”, e o espetáculo atinge o ápice  com a homenagem da escola de samba Viradouro e sua chegada a um teatro da Broadway, aos 90 anos.
Texto baseado  Bibi Uma Vida Em Musical.
Elenco: Amanda Acosta, Chris Penna, Flávia Santana, Guilherme Logullo, Leo Bahia, Rosana Penna, Simone Centurione, André Luiz Odin, Bel Lima, Caio Giovani, Carlos Darzé, Fernanda Gabriela, João Telles, Julie Duarte, Leandro Melo, Leonam Moraes, Luísa Vianna e Moira Osório.
Teatro Bradesco.

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Os Produtores.

Os Produtores.
Musical.
Produtores é um musical muito engraçado, com um cenário bonito e um elenco maravilhoso. A peça é digna do grande diretor Miguel Falabella, que tem uma visão incrível para peças que se tornam grandes sucessos.
Nunca pensei que iria me divertir tanto em um musical tendo como pano de fundo  um personagem tão odiado feito o Hitler. As canções são muito divertidas e o cenário e a coreografia  são dignas da Broadway.
Rimos demais com os dois picaretas querendo aplicar o golpe nas velhinhas, querendo fazer o pior espetáculo do mundo para poderem fugir com o dinheiro dos patrocinadores.
Primavera de 1959 em Nova York. O produtor Max Bialystock (Miguel Falabella) amarga seu último fracasso no teatro quando chega, em seu escritório, um contador tímido e um tanto nervoso, Leo Bloom (Marco Luque), para revisar a contabilidade. Sem querer, Leo descobre que um produtor pode ganhar mais dinheiro com um fracasso do que com um sucesso. “Você pode juntar um milhão de dólares de investidores, gastar cem mil e guardar o resto!”. A ideia faz brilharem os olhos de Max, que convence o até então honesto contador a se associar a ele.
A dupla então se dedica a encontrar a pior obra jamais escrita, conseguir o mais desastroso diretor de teatro e produzir o maior fracasso da história. A eles junta-se Ulla (Danielle Winits), uma dançarina sueca que conquista seu espaço com algum talento e belas pernas. No entanto, nem tudo sai como planejado: a obra resulta num estrondoso sucesso, o golpe é descoberto e ambos são presos. Mas o que parece o fim acaba virando um novo começo. Após saírem da prisão, Max e Leo voltam à Broadway com o musical “Prisioneiros do Amor”. Desta vez, porém, a ideia é fazer sucesso e a peça é um recomeço para os dois.
A superprodução volta repaginada em 2018, com mais de 16 cenários, mais de 350 peças de figurino, 60 perucas, uma orquestra de 11 músicos, equipe técnica e de produção de 100 pessoas e um grande elenco de 25 atores.
A versão atual tem um maior número de cenários, além de mais grandiosos do que a edição de 2007. A cenografia procurou retratar todas as atmosferas que envolvem um espetáculo musical ao recriar ambientes como o espaço de audição, o teatro, além de outros lugares que se passam a história como um tribunal, a casa do diretor, escritório de contabilidade, prisão, tribunal, a cidade. Todos os espaços foram reproduzidos nos mínimos detalhes. A riqueza também está inserida nos figurinos que misturam cores e texturas e se transformam em extensões dos personagens.
Informações: Teatro Procópio Ferreira
Elenco:Miguel Falabella, Marco Luque, Daniele Winits, Carlos Leça, Carol Costa, Ubiracy Brasil, Pedro Paulo Bravo, Edgar Bustamante, Mauricio Xavier, ...
Teatro Procópio Ferreira
Temporada: Até 01/07/2017

quinta-feira, 22 de março de 2018

Jean-Michel Basquiat.

Jean-Michel Basquiat
Obras da Coleção Mugrabi.
Jean-Michel Basquiat - Obras da Coleção Mugrabi, é a mais completa já realizada na América Latina sobre o artista afro-americano. Exaltada mundo afora, a arte de Basquiat personifica o caráter da Nova York dos anos 1970 e 1980, quando a mistura de empolgação e inquietude cultural criou um verdadeiro paraíso para a criatividade. 
A mostra traz um recorte cronológico da breve e intensa carreira desse artista capaz de refletir, em suas obras, os ritmos, os sons e o discurso artístico, musical, literário e político de um período tão fértil par a cultura. Basquiat, definitivamente abriu caminhos e deixou um legado que intriga seus apreciadores, inspira novas gerações e movimenta o mercado internacional de obras de arte.
Basquiat é considerado um gênio da arte urbana, capaz de expressar múltiplos elementos de seu autoaprendizado em pinturas impactantes e explosivas.
Procissão/Procession,1986
Basquiat (1960-1988) é considerado um dos artistas mais importantes da segunda metade do século XX. Sua obra personifica o caráter de Nova York nos anos 1970 e 1980, quando a mistura de decadência e empolgação criou um paraíso de criatividade. A obra dele reflete os ritmos, os sons e a vida da cidade.
O Campo Próximo à outra estrada,1981
Basquiat começou a aparecer nas paredes em Lower Manhattan entre 1977 e 1979, com o pseudônimo SAMO. Escrevia frases críticas, enigmáticas, as vezes poéticas. Apesar de sua associação inicial ao grafite, Basquiat nunca se considerou um grafiteiro.
As figuras poderosas que dominam muito da obra de Basquiat levaram os críticos a classificá-lo inicialmente como neoexpressionista, mas isso deixa de fora seu elemento mais inovador: a colagem dinâmica de palavras, imagens e objetos achados faz dele um dos principais expoentes da cultura da remixagem.
Muitas das imagens de Basquiat eram apropriações poéticas e intuitivas: palavras e imagens extraídas de livros de história e ciência e logotipos de propagandas. Incorporava instantaneamente as imagens, com sua mão e gramática visual diferenciadas. Ele estava imerso na cultura pop: ligava a tv em desenhos animados infantis enquanto trabalhava, e a fusão de texto e imagem em histórias em quadrinhos foi outra provável influência.
Informações retiradas do programa da exposição.
Flash em Nápoles, 1983
Moisés Jovem,1983
Centro Cultural Banco do Brasil SP.
Até 07 de Abril de 2018.