♥ Seguidores♥

Mostrando postagens com marcador #teatrosp. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador #teatrosp. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Rasgando-Nus

Rasgando-Nus.
Drama, adulto, 80min.
O espetáculo é um experimento cênico cuja porta simboliza um importante ritual de passagem, uma travessia em que os atores têm a obra de Hamlet, tragédia de William Shakespeare, como base investigativa do seu próprio eu. A apresentação traz à tona o processo criativo dos atores que transitam entre eles mesmos, os personagens que representam e o espectador.
Sinopse retirada do programa da peça.
Amanhã (02/12), será a última apresentação  da peça 
Rasgando-Nus, que é um projeto de conclusão de curso oferecido pelo Núcleo de Artes Cênicas do Sesi( NAC).
Adorei a apresentação da peça e principalmente a proposta do texto,que envolve um clássico e por conseguir  intercalar Hamlet com diversos outros temas da atualidade. 
Os alunos/atores mostraram que estão muito preparados, quem tiver a oportunidade de conferir, não irão se arrepender. Nos últimos minutos da peça, é apresentado um tema tenso e muito necessário de ser abordado, a violência contra a mulher.
Elenco: Andreia Sama, Felipe Abrahim, Fernando Del Carlo, Mila Mendonça, Thais Costa, Felipe Borges, Jose CÂmara, Alan Ferreira, Simone de Oliveira, Ana Paula Palmieri, Gisele Suzigan e Zéh Neto.
..."Investigo a forma como o ator se relaciona com a cena a partir de um teatro híbrido, utilizando uma linguagem dinâmica integrada à musica, tecnologia e o intenso desenvolvimento corporal". 
Carla Marco (Orientadora de Artes Cênicas).
Sesi Vila Leopoldina.
Portas Abertas
Núcleo de Artes Cênicas do Sesi-SP

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

O Som e a Sílaba.

O Som e a Sílaba.
Direção: Miguel Falabella.
A Peça "O Som e a Sílaba" com Alessandra Maestrini e Mirna Rubim (Sarah e Leonor), é uma peça maravilhosa, um verdadeiro espetáculo. Saímos profundamente tocados e muito emocionados do teatro. O texto da peça tratado com um refinamento e de uma delicadeza tocante. A questão do autismo é mostrado com leveza e humor. Alessandra e Mirna estão magnificas e cantando com perfeição.
O Som e a Sílaba é sobretudo uma história de superação, amor e amizade!!!
O espetáculo conta a história de Sarah Leighton (Alessandra Maestrini), uma jovem com diagnóstico de autismo altamente funcional, com habilidades específicas em algumas áreas, entre elas a música.
Assistimos a uma das últimas apresentações  e que venha logo a próxima temporada.
Teatro Porto Seguro.

sábado, 18 de novembro de 2017

“Colegas no Teatro”.

“Colegas no Teatro”
Dir.: Leonardo Cortez.
O filme Colegas (longa de 2013), ganhou versão teatral e a peça está sendo apresentada no grande Auditório do Masp.
“Colegas no Teatro”, é uma comédia  que trata de forma poética coisas simples da vida. A história gira em torno de três colegas com síndrome de down, Márcio, Stalone e Aninha. Os três são apaixonados por cinema e trabalham na videoteca do instituto onde vivem. Um dia eles resolvem fugir no carro do amigo jardineiro para tentar realizar três sonhos: Stalone quer ver o mar, Aninha quer casar e Márcio quer voar.
Parabéns a todos os envolvidos por levar aos palcos a peça Colegas, que é um exemplo da verdadeira inclusão social. Colegas é uma peça super divertida e emocionante e que nos mostra que os sonhos simples, geralmente são os melhores.
Atores: Ian Pereira, Giulia Merigo, João Simões, Ricardo Côrte Real, Adriana Mendonça e Daniel Dottori.
Ingressos: Colegas No Teatro
80 min. Livre. Sex. e sáb. 21h, dom. 20h. R$50. Até 10/12.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Beatles Num Céu De Diamantes.

Beatles Num Céu De Diamantes.
Charles Möeller & Claudio Botelho.
O Musical reúne o que há de mais representativo no repertório do quarteto de Liverpool que é ícone do rock mundial. Em cena, oito atores-cantores, fazem um espetáculo leve, jovem e emocionante.
Vista por mais de 700 mil pessoas em 16 temporadas ao longo de 10 anos, a montagem chama a atenção pela ousada releitura nos arranjos que dispensaram a guitarra e valorizaram a sonoridade do contrabaixo, piano e percussão. O resultado musical se afasta de qualquer imitação dos arranjos da banda para mostrar releitura, originalidade criativa e o preciosismo nos arranjos vocais assinados por Jules Vandystadt, que por este trabalho ganhou o Prêmio Shell de melhor arranjo original no Rio de Janeiro, em 2009.
Möeller e Botelho optaram por fazer o espetáculo sem determinar  um enredo unica. As canções sugerem diversas histórias e situações e a cada número musical, o elenco apresenta um estado cênico diferente para falar de sonhos, descobertas, amadurecimento e outros temas suscitados pelas músicas.
O jogo cênico toma conta do palco, com poucos recursos de cenografia. O elenco usa somente alguns objetos em cena, como, malas, guarda-chuvas, bolhas de sabão e cadeiras para valorizar a emocao, e o clima dramático de cada cena.
Informações retiradas do programa do musical.
Elenco: Carol Pita, Andrei Lamberg, Carol Bezerra, Daniel Klepacz, Giovanna Moreira, Felipe Mafra, Ingrid Gaigher e Diogo Martins.
Músicos: Juliana Ripke, Pelé Nascimento e Noa Stroeter.
Músicas: Lucy In The Sky With Diamonds, Because, She`s Living Home, Strawberry Fields Forever, Magical Mystery Tour, Help!, Blackbird, Here Comes The Sun, Get Back, Michelle, Hey Jude, Eleanor Rigby, My Love, Till There Was You, If I Fell, She Loves You, I Want To Hold Your Hard, A Hard Day`s Night, Can`t Buy Me Love, All My Loving, And I Love Her, something, While My Guitar Gently Weeps, Oh, DArling, Yesterday, Let It Be, Come Together, Ob-la Di Ob-la Da, Yellow Submarine, The Long And Winding Road, Across The Universe, Here, There And Everywhere, The End, All You Need Is Love.
Espetáculo maravilhoso, todos estavam incríveis e foi fantástico ver a releitura de alguns dos maiores clássicos dos Beatles. Todos estão de parabéns, que produção caprichada, que vozes e interpretação!!!! Super recomendo!!!
Teatro Folha.

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Fulaninha E Dona Coisa.

Fulaninha E Dona Coisa.
Estreia 07 de Outubro.
Ensaio aberto promocional: dias 30/09 e 01/10 com ingressos a R$ 30
Hoje foi a coletiva de imprensa da peça Fulaninha e Dona Coisa. Foi um bate papo informal com Nathalia Dill, Vilma Melo, Rafael Canedo, Daniel Herz e Eduardo Barata. Durante a coletiva, foi exposto diversas situações que cada um dos entrevistados passaram, que enriqueceu a montagem da peça e o quanto cada um aprendeu com o texto de Fulaninha E Dona Coisa.
Sinopse - De um lado está Dona Coisa, uma mulher moderna, independente, que prefere manter certa distância em suas relações. Do outro está Fulaninha, uma jovem com a cabeça cheia de sonhos que chega do interior para trabalhar como empregada doméstica. O espetáculo retrata, através do humor, as dificuldades da convivência diária entre ambas, resultado das trapalhadas de Fulaninha, que entre muitas confusões pensa que a piscina do prédio chique de Dona Coisa é um açude; se assusta com o telefone e elevador; e ainda arruma um namorado bem enrolado, um técnico de telefone interpretado por Rafael Canedo. Apesar do estranhamento com a vida moderna, Fulaninha é muito esperta e usa a inteligência para conquistar a patroa, que só admite a empregada com muitas exigências, como dormir no local, trabalhar nos finais de semana e não namorar. Sem saber sobre seus direitos, Fulaninha acata as exigências por também gostar da patroa e aproveita para curtir a casa como se, literalmente, fosse sua, usando as roupas de Dona Coisa e comendo suas comidas preferidas.
“Estar no lugar da patroa tem um significado que vai além do particular: é político e social. Falamos aqui não só do empoderamento negro, mas também da divisão de classes. O público esbarra numa comédia leve que aponta para a reconstrução de valores éticos e estéticos”, comenta Vilma Melo, primeira atriz negra a ganhar o prêmio Shell RJ (29° edição) na categoria de melhor atriz.
“Quando o Eduardo me mostrou o texto, eu topei fazer na hora. A peça toca num ponto que ainda é tabu na nossa sociedade, o trabalho da empregada doméstica, que transita em uma linha tênue entre o privado e o profissional”, conta Nathalia Dill.
“Em um momento em que o país passou por uma transformação nos direitos trabalhistas dos empregados domésticos, a peça aparece como uma oportunidade de falar das recentes modificações, de maneira bem-humorada, sem deixar de ser informativa. Uma peça que fala das muitas possibilidades e ambiguidades que existem numa relação entre o personagem que oprime e o que é oprimido”, finaliza o produtor Eduardo Barata.
A peça se apropria do humor, da carência, da solidão e do encontro para falar das diferenças de origem e da relação entre duas pessoas, ao mesmo tempo, tão ricas e diferentes.
O espetáculo mantém vários elementos de referência aos anos 90, como: telefone com fio, bip de mensagens, secretária eletrônica, entre outros. Contudo, as emoções, situações e relações são completamente atuais”, detalha o produtor e idealizador Eduardo Barata.
“Em um momento em que o país passou por uma transformação nos direitos trabalhistas dos empregados domésticos, a peça aparece como uma oportunidade de falar das recentes modificações, de maneira bem-humorada, sem deixar de ser informativa. Uma peça que fala das muitas possibilidades e ambiguidades que existem numa relação entre o personagem que oprime e o que é oprimido”, finaliza o produtor Eduardo Barata.
 Ficha Técnica:
Texto: Noemi Marinho
Direção: Daniel Herz
Idealização: Eduardo Barata
Com: Nathalia Dill, Vilma Melo e Rafael Canedo
Cenário: Fernando Mello da Costa
Figurinos: Clívia Cohen
Iluminação: Renato Machado
Trilha sonora original: Leandro Castilho
Mídia Digital: Gigi Prade
Assessoria de imprensa: Morente Forte
Produção executiva e diretor de palco: Tom Pires
Direção de Produção: Elaine Moreira
Realização: Barata Comunicação
Teatro Renaissance
Informações release imprensa.
Informações complementares: Morente Forte

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Deu A Louca Na Branca.

Deu A Louca Na Branca.
Texto: Cacau Hygino / Direção: Regiana Antonini. 
Sebastiana (Cacau Protásio) narra sua trajetória até o momento em que teria sido descoberta por Walt Disney, a quem atribui a responsabilidade por tê-la transformado na personagem mais famosa de todos os tempos. Apesar de sua notável fama, ela guarda ainda uma revolta por seu criador: ele é quem teria feito com que o público sempre a visse e a chamasse de Branca, embora fosse declaradamente negra. 
 Cacau Protásio e Enrico Callado.
Sou super fã da Cacau e foi maravilhoso ver como ela é fenomenal no palco. Ela é um furacão de alegria e alto astral em qualquer lugar. Foi ótimo rir nesta comédia solo, simplesmente maravilhosa. Só gostaria de ter tirado uma foto com ela, como não deu, tirei no painel mesmo, hahaha.

Teatro Faap