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quinta-feira, 19 de julho de 2018

O Julgamento Secreto de Joana D’Arc.

O Julgamento Secreto de Joana D’Arc.
Estreia no dia 26 de julho.
O verdadeiro embate está entre a ameaça que o feminino pode provocar nas instituições estruturadas a partir do poder masculino.
De forma lúdica, a peça reproduz o ambiente de seu julgamento inquisitório e apresenta a ‘virgem de Orleans’ como uma mulher de estética comum, derrubando padrões e estereótipos impostos pela Igreja, reforçados pela maioria dos filmes e documentários que contam sua história. A peça condensa os últimos quatro meses de vida da heroína, a partir de sua captura e do confronto com o inquisidor Pierre Cauchon.

Aimar Labaki explica que não é exatamente a história de Joana D'Arc que a peça apresenta, mas a forma como é espelhada por outros olhos, principalmente os de seu inquisidor. “Esse é um processo político, mas também um julgamento íntimo que deflagra uma crise íntima; a crise de fé de Cauchon. E se tornou metáfora do processo de mediação de cada um de nós para viver o cotidiano, acreditando em algo superior para resolver as questões”,comenta o autor.
A encenação não realista é carregada de força e sensações ao expor o medo do feminino deflagrado por Joana D’Arc. O enredo aborda desde o momento em que ela é capturada pelos borgonheses numa emboscada - quando ia para a batalha em Paris - até sua morte.  “Esta é uma história aberta. Existem muitas versões de um mesmo fato, portanto temos liberdade de apresentar ‘nossa Joana’ com reflexos nos dias de hoje, representando todas as mulheres, seja ela da época da inquisição ou do mundo atual. Para isso, temos um recurso épico, além do fato da condução deste julgamento ser, por natureza, um grande circo de horrores”, argumenta o diretor Fernando Nitsch.

As personagens de O Julgamento Secreto de Joana D’Arc mantêm seus nomes reais, mas ganharam personalidades inventadas, subjetivas, abrindo uma licença poética para o inquisidor que, na encenação, faz visitas à prisioneira na cela, cheio de dúvidas e curiosidades, demonstrando fascínio pela sua determinação. E, vislumbrando a possibilidade de projeção no seu primeiro julgamento importante, Cauchon não percebe que também é uma peça de manipulação no jogo, onde somente um veredito seria possível.
Joana reunia atributos que incomodavam. Era mulher, analfabeta e uma guerreira com um carisma arrebatador, cuja liderança ganhava fama. Carregava armadura, espada e estandarte (em cima de um cavalo), comandava soldados, lutava nas batalhas e conquistava propósitos absolutamente masculinos numa época em que para a mulher não era permitida nenhuma expressão. Segundo Fernando Nitsch, a peça revela essa mulher determinada, que buscava a verdade, acima de tudo, e acreditava ter a missão de libertar a França.

E o diretor argumenta: “Em nenhum momento deram à Joana a possibilidade de se defender. Um acordo entre França e Inglaterra entra em ação para tirar de cena aquela mulher que subvertia as regras, com tudo que ela representava; e a igreja também se aproveita daquele momento. Os dois grandes poderes – a política e a igreja - se unem para condená-la como bruxa e, posteriormente, transformá-la em santa francesa. O espetáculo busca ressignificar essa história pautada pelo capital, onde a condenação de Joana D’Arc serviu a ele, e sua redenção como padroeira, também”.

“Como seria essa mulher?”, questiona Silmara. “O fato de ela ser uma santa da igreja católica, além de não haver nada que comprove sua aparência real, fez com que a sua imagem fosse sempre comparada à de uma jovem angelical, frágil e ingênua, cujos feitos seriam ordens divinas, desconsiderando sua determinação, inteligência e ações. Sua história é muito próxima dos clássicos da dramaturgia mundial. A personagem Joana D'Arc, de 19 anos, transcende todos os padrões de biótipo e idade, possibilitando uma grande liberdade de interpretação”, comenta.
Ficha Técnica:
Texto: Aimar Labaki
Direção: Fernando Nitsch
Direção musical: Miguel Briamonte
Elenco: Silmara Deon, Rubens Caribé, Ricardo Arantes, Rafael Costa, Yorran Furtado, Jerônimo Martins, Decio Pinto Medeiros e Mario Luiz.
Coro: Bruna Alimonda, Carol Cavesso, Giovana Cirne, Jamile Godoy, Maísa Lacerda e Priscila Esteves.
Músicos: Bruno Monteiro (piano) e Leandro Goulart (guitarra)
Assistente de direção: Isabel Oliveira
Assistente de direção musical: Carol Weingrill
Cenografia: Marisa Bentivegna
Iluminação: Wagner Pinto
Figurinos: Daniel Infantini
Coreografia de lutas e preparação corporal: Mario Luiz
Preparação e coreografias do coro: Katia Naiane
Fotos: Bob Sousa
Identidade gráfica visual: Rosane Andrade / Inquieto Art Studio
Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação
Produção executiva: Paloma Rocha e Regilson Feliciano
Direção de produção: Silmara Deon
Realização: Nossa Senhora da Produção
Assessoria de Imprensa: VERBENA Comunicação.
Serviço:
Espetáculo: O Julgamento Secreto de Joana D’Arc
Estreia: 26 de julho – quinta, às 20h
Temporada: 26/7 a 20/9 - quartas e quintas, às 20h
Ingressos: R$ 50,00 e R$ 25,00 (meia). Moradores da Bela Vista (com comprovante de residência): R$ 20,00.
Bilheteria: 1h antes das sessões. Aceita cartões de débito e dinheiro.
Vendas antecipadas: www.compreingressos.com.br (tel: 2122-4070).
Duração: 100 min. Classificação: 16 anos. Gênero: Drama musical.

Teatro Oficina (350 lugares)
Rua Jaceguai, 520 - Bela Vista, SP/SP.
Tel: (11) 3106-2818. http://teatroficina.com.br/


Informações retiradas do release para imprensa (VERBENA Comunicação).

quinta-feira, 28 de junho de 2018

" A noite de 16 de Janeiro".

 " A noite de 16 de Janeiro".
Direçaõ: Jô Soares.
No dia 16 de janeiro de 1934, um homem despencou de um dos prédios mais imponentes da Ilha de Manhattan, em Nova Iork.
O corpo, encontrado desfigurado, na calçada, era do grande financista sueco Bjorn Faulkner.
A causa da morte ainda é um mistério, mas a principal suspeita é a secretaria e amante de Bjorn, Andrea Karen.
No julgamento os jurados decidirão, com base nas provas apresentadas em juízo, de acordo com duas teses: assassinato ou suicídio.
A noite de 16 de janeiro é um drama de tribunal sobre o mistério que envolve a morte de Bjorn Faulkner, um mega empresário inescrupuloso, amante de longa data da acusada Andrea Karen. Embora não totalmente original, o engajamento da audiência foi crucial para destruir as convenções de uma Broadway complacente e monotonia, desesperada por sobrevivência no ambiente de uma Nova York que ainda buscava recuperar-se dos efeitos devastadores da Grande Depressao de 1929. Esse artificio também tinha por objetivo testar as crenças e os valores da plateia, utilizando-se dos primeiros elementos que viviam a compor o seu conceito de "propósito de vida" e as bases do "objetivismo".
A peça é apresentada em um plano-sequência, sem interpolações temporais. O que o espectador assiste é o conjunto integral dos elementos probatórios colocados a sua disposição para decisão. A direção de Jô Soares foi fiel ao roteiro idealizado por Ayn Rand para um ambiente jurídico-processual norte-americano, por exemplo, tendo optado por manter o conselho de sentença com 12 jurados ao invés de 7 como se dá no direito brasileiro. Em caso de empate, aí teremos uma liberdade maior: não haverá mistrial (e um novo julgamento), mas a aplicação do princípio in dubio pro reo.
Informações retiradas do programa da peça.
Elenco: Jô Soares, Marco Antônio Pâmio, Cássio Scapin, Guta Ruiz, Giovani Tozi, Mariana Melgaço, Paulo Marcos, Nicolas Trevijano, Luciano Schwak, Felipe Palhares, Tuna Dwek, Erica Montanheiro, Norival Rizzo, Kiko Bertholini, Nilton Levy.
Teatro Tuca.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

A Profissão da Senhora Warren.

A Profissão da Senhora Warren.
Direção: Marco Antônio Pâmio.
A Profissão da Senhora Warren é uma das mais importantes peças de Bernard Shaw. Aqui os personagens mostram ora abertamente, ora sutilmente, a hipocrisia da sociedade e a verdade das relações sociais e humanas de maneira nua e crua. Tendo como pano de fundo a verdadeira profissão da Senhora Warren, que é de conhecimento de todos menos da sua filha. Essa revelação é o ponto principal da peça, pois a partir desse momento, travam-se confrontos ideológicos entre as duas, cada uma defendendo suas convicções morais e o papel que cada uma acha que é o destinado as mulheres.

Adorei esta oportunidade de ter lido o livro e visto a peça. Fiquei muito feliz de terem transportado para o palco de maneira fiel um excelente texto e com um elenco fantástico. Todos estavam perfeitos.

Considerada por Bernard Shaw (1856 – 1950) uma de suas melhores peças, A PROFISSÃO DA SENHORA WARREN, texto clássico da dramaturgia, foi proibida de ser encenada tanto na Inglaterra quanto nos EstadosUnidos, no início do século XX. Não era para menos. A honestidade cortante dos embates entre mãe e filha, aaudácia com que se desmontam convenções sociais e afetos de fachada, o confronto sem cerimônias dosuniversos feminino e masculino são desconcertantes, mesmo dentro da dramaturgia reconhecidamente anticonvencional de Shaw. Embora nós, mulheres contemporâneas, nos identifiquemos com Vivie, não há como não admirar a assertiva Sra. Warren que fez o que fez, de início por necessidade, mas que tem prazer no que faz e por isso continua a exercer sua “profissão”. Esta é uma fresta realmente anárquica no texto de Shaw. Será que a repulse de Vivie não é uma nova forma de preconceito? É uma peça de mulheres fortes, “masculinas” na sua coragem desabrida, mulheres que estabeleceram seus próprios parâmetros com vigor.
Nestes tempos em que o empoderamento feminino é um tema incontornável, esta peça cai como uma luva.
Informações retiradas: Ingresso Rapido
Elenco: Clara Carvalho, Karen Coelho, Caetano O'Maihlan, Claudio Curi, Mario Borges e Sergio Mastropasqua.
Duração: 100 minutos 
Recomendação: 14 anos 
Serviço: MASP Av. Paulista, 1578 - Bela Vista- tel: 3149-5920 
Apresentações: Sex 21h, R$30,00 | Sáb 21h, R$50,00 | Dom 29h, R$50,00
Temporada: Até 01/07/2018

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Muito Louca.

Muito Louca.
De Gabriel Chalita
Direção Hudson Glauber
Muito Louca é uma peça sobre o universo complexo das relações humanas, onde Janete (Fafy Siqueira) e Tete (Suely Franco) discutem o passado em comum e suas frustrações amorosas. Fatos cotidianos ilustram o diálogo das personagens que falam sobre seus terapeutas, as dificuldades de superarem amores passados e o medo da solidão. Nesta peça irreverente, duas grandes amigas passam a limpo suas trajetórias de vida. Entre risadas, superstições, segredos, lágrimas, farpas e picuinhas, elas relembram o passado em comum.
Trata-se de um diálogo entre duas mulheres, em momentos diferentes de suas vidas, onde fatos cotidianos ilustram problemas afetivos. Falam de seus terapeutas e das dificuldades de superarem as amarras que as fazem infelizes. Falam de seus amores e do quanto o medo da solidão faz com que mintam para si mesmas. Falam de suas famílias e das ausências que sentem. Falam da vida.
Enfim, a história de ambas leva o público a percorrer os seus próprios universos pessoais, femininos ou masculinos,  cheios de medos e carências, mas com alguma esperança. No inicio, elas ainda têm muito tempo de vida. No final da peça, acompanha-se o entardecer de suas vidas. Olhamos com elas para o que foi possível viver e para o que ficou faltando.
“Janete e Tetê tem aquilo que chamamos de relação de amor e ódio, o tempo todo implicando uma com a outra, mas sempre com muito carinho. São amigas desvairadas, que com humor e ironia abordam temas delicados como amizade, amor, ciúme, solidão, dúvidas em relação ao futuro e arrependimentos em relação ao passado”, comenta o diretor Hudson Glauber.
Informações retiradas: Morente Forte.
Elenco: Suely Franco e Fafy Siqueira
Teatro Raul Cortez.

terça-feira, 17 de abril de 2018

O Escândalo Philippe Dussaert.

O Escândalo Philippe Dussaert
De: Jacques Mougenot

O Escândalo Philippe Dussaert é um monólogo com um texto fantástico e que desperta varias reflexões sobre o que é considerado "arte contemporânea". De uma maneira simples, direta e com diversos exemplos dos mestres, tais quais: Leonardo da Vinci, Manet,... a peça faz um paralelo entre diversos tipos de arte.
Adoramos a peça e com certeza é garantia de risadas, principalmente com a série de pinturas "ao fundo de..."
Philippe é um artista ou um falsário? só vendo o espetáculo para saber.
O escândalo Phililppe Dussaert, do ator e dramaturgo francês Jacques Mougenot, é um texto fantástico sobre os critérios do que pode ser considerado arte contemporânea e a dimensão valorativa atribuída àquilo que conquista o direito de ser assim nomeado. O que é o artista? Como se pode defini-lo, reconhecê-lo? Qual a diferença entre um quadro feito por um chimpanzé com coordenação motora suficiente para jogar tintas em uma tela, e outro, feito por qualquer humano, figurativo ou abstrato?

Essas são algumas das questões que o texto de Mougenot abrange de modo leve e inteligente, do início ao fim. Encenado com brilhantismo pelo ator Marcos Caruso e com direção preciosa de Fernando Philbert.

A peça conta a história do artista Philippe Dussaert, pintor conhecido como copista de quadros consagrados de autores como Da Vinci, Vermeer, Manet e diversos outros, mas com a característica muito própria e intrigante de excluir dos quadros que copia as figuras humanas ou animais presentes nos originais, preservando o fundo da maneira como o autor o concebeu.
Os quadros, chamados de “Ao fundo de…”, com a continuação sendo o nome da obra original, propiciam sua inserção no mundo da arte contemporânea, e Dussaert, não obstante a polêmica que gravita em torno dele, ganha visibilidade, renome e prestígio, até o ápice de sua ‘originalidade’, quando sua última inventiva fica conhecida como ‘o escândalo Philippe Dussaert’, que dá nome à peça.

Informações retiradas:Teatro Faap
Com: Marcos Caruso.
Quinta a sabado às 21h e domingo às 18h
Duração: 80 minutos
Teatro Faap.

terça-feira, 6 de março de 2018

"Os Guardas do Taj".

"Os Guardas do Taj".
O Que Realmente Importa?
Texto: Rajiv Primot.
 Uma peça intensa sobre amizade, lealdade, subserviência e poder.
Qual o Real sentido da vida e das relações? A jornada desses dois amigos nos questiona se vale a pena pagar um preço tão alto para atingir a perfeição e nos tornar aquilo que os outros esperam que nos tornemos. 

Espetáculo imperdível com dois atores super talentosos e um texto emocionante. Estou até agora com o coração apertado pelo que vi no palco.
À primeira luz da manhã, um novo edifício representando o poder crescente do império será revelado: o glorioso Taj Mahal. Mas para estes dois guardas, amigos de longa data e designados a proteger o palácio, a manhã vem trazer uma crise existencial que abalará sua fé no Império e nos outros humanos.

Os Guardas do Taj retrata dois homens comuns que se deparam com a beleza imensurável do Taj e ao mesmo tempo são varridos pela carnificina e pela injustiça que cerca uma das maravilhas mais famosas do mundo. O ano é de 1648 e os dois guardas imperiais estão em pé e de costas para o ainda não revelado Taj Mahal. Um deles, Babur (Ricardo Tozzi) está cheio de curiosidade inextinguível; o outro, Humayun (Reynaldo Gianecchini) é pura ortodoxia obediente. Amigos desde a infância acabam se confrontando diante das regras estabelecidas e da maneira que cada um deles vê a sociedade e suas vidas.
Além de estarem proibidos de olhar para o edifício, os dois amigos também acabam sendo escalados para participarem da famosa história arbitrária que o imperador ordenou que executassem. O texto do americano Rajiv Joseph levanta questões potentes sobre o humano, o preço pago ao longo da história para realizar os caprichos dos poderosos, mesmo quando resultam em maravilhas arquitetônicas que, em última análise, serviriam para dar prazer às massas. Esta é uma das muitas lendas que cercam o Taj, mas que o autor usa de maneira brilhante para explorar, de forma inteligente e sem ser esmagadoramente dramática, uma série de ideias filosóficas. Uma delas é se há limites à busca humana pelo conhecimento, o que rege as relações de amizade e as proibições absurdas que muitas vezes nos são impostas.
Informações retiradas:Morente Forte
Ingressos: Os Guardas Do Taj
Elenco: Reynaldo Gianecchini e Ricardo Tozzi.
Teatro Raul Cortez.

quinta-feira, 1 de março de 2018

Os Vilões de Shakespeare.

Os Vilões de Shakespeare.
Marcelo Serrado interpreta um conferencista, uma espécie de palestrante, que reúne e analisa trechos da obra de Shakespeare e ao mesmo tempo vive os personagens.
“É muito interessante pra um ator representar vários vilões. É onde estão os arquétipos, o dissimulado, tirano, vingativo… Essa colcha de retalhos é genial. Shakespeare, através de seus personagens, mostra causa, motivo e justificativa para que possamos compartilhar uma jornada psicológica, no lugar de condenar a maldade”, analisa Serrado.
Vilões como Ricardo III, Coriolano, Iago, Hamlet, Oberon e outros que não gosto de pronunciar porque acho que não dá sorte”, brinca o poeta e dramaturgo.

A peça não tem só vilões típicos, personagens como Hamlet e Oberon dificilmente poderiam ser identificados como tal. Mas não para Berkoff, ele vai atrás das cenas de vilania de cada um”. 
Informações retiradas: Morente Forte.

No monólogo "Os Vilões de Shakespeare", Marcelo Serrado interpreta e traça um paralelo dos maiores vilões Shakespeariano, entre eles: Iago, MacBeth, Ricardo III, ... e é encaixado entre os vilões um personagem que é considerado herói por todos, quem será??
A peça apesar de tratar de personagens que pratica todo tipo de maldade se torna engraçada e leve em vários momentos. Principalmente quando Marcelo Serrado interage com o público. 
Essa peça é imperdível para quem gosta ou para quem quer conhecer as obras de um dos maiores nomes da literatura universal.

Após a apresentação da peça teve um bate-papo Com Marcelo Serrado, Eduardo Barata e Sergio Modena.
Teatro Eva Herz. 
Ingressos: Ingressorapido