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terça-feira, 27 de março de 2018

MPB - Musical Popular Brasileiro.

MPB - Musical Popular Brasileiro.
 Direção: Jarbas Homem de Mello.
Final de semana conferimos MPB - Musical Popular Brasileiro e adoramos por vários motivos, entre eles: o repetório maravilhoso cheio de clássicos, a dupla formada por Érico Brás e Reiner Tenente (que aprontavam de tudo para conseguir entrar no céu), e que tornou o espetáculo muito divertido e Adriana Lessa 100% diva. MPB - Musical Popular Brasileiro tem um elenco perfeito e um pouco de tudo (romance, comédia, drama,...) em um musical totalmente brasileiro.
Filial brasileira de uma empresa multinacional recebe a visita de investidores estrangeiros. Para impressionar os gringos, a empresa prepara um grande espetáculo com canções da MPB dirigido por um antigo diretor de musicais. Às vésperas da estreia o diretor tem um piripaque e vai parar às portas do Céu, entre a vida e a morte. Lá, ele encontra dois anjos caídos, fugidos do inferno, que lhe garantem o retorno à Terra. Em troca o diretor terá que montar – em tempo recorde – um espetáculo musical com as estrelas da MPB que foram dessa para melhor. A partir daí, assim na Terra como no Céu, tudo vira uma grande confusão que se resolve apenas com uma intervenção para lá de inesperada.
Elenco: Adriana Lessa, Érico Brás, Giulia Nadruz, Reiner Tenente, Marcelo Góes, Dagoberto Feliz, Danilo de Moura, Carol Tanganini, Leilane Teles, Mariana Barros, Mariana Gallindo, Nina Sato, Vivian Albuquerque, Daniel Cabral, Davi Tostes, Eduardo Leão, Guilherme Leal, Leandro Naiss, Oscar Fabião.
Até 15/07
Quintas-feiras, às 21 horas
Sextas-feiras, às 21h 30
Sábados, às 21 horas
Domingos, às 20 horas
Teatro Das Artes.

domingo, 25 de março de 2018

Bem Sertanejo O Musical🎭🔝🎶.

Bem Sertanejo O Musical🎭🔝🎶.
A História da Música Sertaneja, do Campo Á Cidade.
Texto e Direção: Gustavo Gasparani. 
Pense em um musical de raiz, o musical que a gente respeita, se emociona e que ri de montão. Saímos simplesmente encantados com a história da música sertaneja. Quero ver novamente, vale muito a pena.
A peça conta a trajetória e a formação da música caipira e da cultura interiorana do nosso país de forma poética e não cronológica. Proponho uma viagem pelos nossos interiores – memórias, infância, descobertas – resgatando, assim, o sertão que há em cada um de nós, e ao mesmo tempo, um contato direto com as nossas raízes culturais. Um sertão mítico, onde o erudito se encontra com a alma popular para criar a identidade de um povo. Um encontro livre de preconceitos e longe da palavra progresso. Onde Tarsila, Mário de Andrade e Villa-Lobos se encontram com Tonico e Tinoco, Mazzaropi, Jararaca e Ratinho e tantos outros”, explica Gustavo Gasparani.
Para entender... No final do século XVII, com a descoberta do ouro, o país foi primeiramente desbravado por bandeirantes e, em seguida, foram os tropeiros que levaram todo tipo de alimentos sobre o lombo das mulas. Tocavam as suas comitivas por caminhos que saíam do Rio Grande do Sul até os sertões de Minas, Mato Groso e Goiás, passando por Santa Catarina, Paraná e São Paulo. É através dessas trilhas poeirentas que se desenvolve o primeiro ato da peça. Um grupo de atores/tropeiros, com suas violas caipiras, desbrava o sertão brasileiro e durante o trajeto revela toda a riqueza desse mundão velho sem porteira, com sues causos, lendas, piadas e canções.
O primeiro ato é completante rural, lírico, interiorano, entremeado por poemas de Cora Coralina, Manoel de Barros, e inspirado no universo de Guimarães Rosa. Flerta, ainda com o movimento modernista, que ajudou na construção da nossa identidade brasileira, nos versos de Mário de Andrade, Manoel Bandeira, na música de Villa-Lobos e na obra de Tarsila do Amaral, que inspirou a cenografia da peça.
Monteiro Lobato, Catulo da Paixão Cearense, Chiquinha Gonzaga, Mazzaropi, Jararaca e Ratinho, Alvarenga e Ranchinho também fazem parte desse nosso sertão. Toda a cena se passa no meio do mato, com jeito e perfume de mato. Um sertão mítico, onde o erudito se encontra com a alma popular para criar a identidade de um
 povo. Um encontro livre de preconceito e longe da palavra progresso.
No segundo ato, o foco será a trajetória dos artistas caipiras, desde as primeiras apresentações pelo interior até chegar a cidade grande: como aquele sertão mítico, isolado do resto do país, vai ficando cada vez mais para trás e os efeitos da sua transformação devido ao progresso e a globalização. O grupo de atores, agora, representa o típico caipira - com seu chapéu de palha e camisa xadrez - e vai se modificando através do circo/teatro, do rádio e da tv, até chegar ao universo pop/multimídia da música sertaneja atual. É nesse contexto que discutiremos a rivalidade que há entre o sertanejo pop e o caipira raiz. Mas será que ela existe mesmo? E assim, a tradicional viola caipira das rotas de tropeiros sai do interior do Brasil, se transforma, dialoga com o temporâneo e vai conquista o mundo.
Informações retiradas do programa do espetáculo.
A montagem conta a história da música sertaneja, desde a sua origem caipira, no século 17, até os dias mais recentes e traz no repertório cerca de 56 sucessos de nomes consagrados, como Tonico e Tinoco, Sérgio Reis, Almir Sater, Renato Teixeira, Chitãozinho e Xororó, Leandro e Leonardo, Zezé Di Camargo e Luciano, Gustavo Lima, Henrique e Juliano, Jorge e Mateus, entre outros.
Elenco: Michel Teló - Lilian Meneses - Alan Rocha - Cris Gualda - Daniel Carneiro - Gabriel Manita - Jonas Hammar - Luiz Nicolau - Pedro Lima - Rodrigo Lima - Sergio Dalcin
Teatro Bradesco.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Poema Bar.

Poema  Bar.
Recital.
Dois poetas, duas visões da conquista e do amor nesta homenagem às múltiplas faces de Fernando Pessoa e à bossa boêmia de Vinícius de Moraes.
Um novo olhar sobre as obras de Vinicius de Moraes, o nosso poetinha, e do poeta português Fernando Pessoa. Um leitura dramatizada, realizada por Alexandre Borges, sobre o humor ácido e as paixões de Vinicius que misturam ao romantismo de Pessoa, em obras que traduziram as amplas culturas de seus países, apesar de épocas diferentes.
Acompanhado pelo pianista português, João Vasco, e pelas interpretações da brasileira Mariana de Moraes e da lusitana Sofia Vitória, com canções como Eu Não Existo Sem Você, de vinicius de Moraes, e Tenho Dó Das Estrelas, de Fernando Pessoa, o recital é uma mistura de sensações.
Informações retiradas: Sesi-SP
Teatro do Sesi-SP

domingo, 17 de dezembro de 2017

Biquini Cavadão 🎸🎷🎤🎶🎶🎶

Biquini Cavadão.
Sexta( 15/12),foi dia de rock com uma das melhores bandas do Brasil: Biquini Cavadão. Foi um showzaço, cantei do início ao fim. Banda 🔝demais!! .
O show foi intenso e com um repertório muito variado  que abrangeu músicas desde o inicio da carreira da banda, até as músicas do novo cd que se chama "As voltas que o mundo dá".
Esse foi o segundo show do Biquini que tive o prazer ver. Foi muito bom cantar com a banda todas as músicas que fez e faz parte da minha vida. E o mais legal foi ver que a galera estava curtindo tanto quanto eu. Todo mundo cantando e interagindo com o Biquini foi muito bacana. Foi o show que fechou com chave de ouro 2017.
Olha a felizarda que o Bruno chamou para cantar com ele no palco.
Teve músicas para todos os gostos, desde as mais românticas até as mais agitadas. Amei todas (carta aos missionários, tédio, Zé ninguém, janaina, ...
e as minhas prediletas de toda a vida: roda gigante, quando eu te encontrar e quanto tempo demora um mês. Foi um show longo e mesmo assim eu queria que não acabasse.
Local: Aquarius Rock Bar.
Bruno Gouveia além de ser um baita cantor, é um ser humano de primeira grandeza. Não são todos que depois de um show se mostra tão receptivo, disponível e educado com seus fãs. Só aumentou o amor que tenho pelo Biquini Cavadão!! Obrigada Bruno pelo melhor show e pelas melhores músicas, noite inesquecível!

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

O Som e a Sílaba.

O Som e a Sílaba.
Direção: Miguel Falabella.
A Peça "O Som e a Sílaba" com Alessandra Maestrini e Mirna Rubim (Sarah e Leonor), é uma peça maravilhosa, um verdadeiro espetáculo. Saímos profundamente tocados e muito emocionados do teatro. O texto da peça tratado com um refinamento e de uma delicadeza tocante. A questão do autismo é mostrado com leveza e humor. Alessandra e Mirna estão magnificas e cantando com perfeição.
O Som e a Sílaba é sobretudo uma história de superação, amor e amizade!!!
O espetáculo conta a história de Sarah Leighton (Alessandra Maestrini), uma jovem com diagnóstico de autismo altamente funcional, com habilidades específicas em algumas áreas, entre elas a música.
Assistimos a uma das últimas apresentações  e que venha logo a próxima temporada.
Teatro Porto Seguro.