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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Poema Bar.

Poema  Bar.
Recital.
Dois poetas, duas visões da conquista e do amor nesta homenagem às múltiplas faces de Fernando Pessoa e à bossa boêmia de Vinícius de Moraes.
Um novo olhar sobre as obras de Vinicius de Moraes, o nosso poetinha, e do poeta português Fernando Pessoa. Um leitura dramatizada, realizada por Alexandre Borges, sobre o humor ácido e as paixões de Vinicius que misturam ao romantismo de Pessoa, em obras que traduziram as amplas culturas de seus países, apesar de épocas diferentes.
Acompanhado pelo pianista português, João Vasco, e pelas interpretações da brasileira Mariana de Moraes e da lusitana Sofia Vitória, com canções como Eu Não Existo Sem Você, de vinicius de Moraes, e Tenho Dó Das Estrelas, de Fernando Pessoa, o recital é uma mistura de sensações.
Informações retiradas: Sesi-SP
Teatro do Sesi-SP

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

TADZIO.

TADZIO.
Reestreia dia 14 de Janeiro no Teatro Viralata.
 Domingos às 19:00 horas.
Nos últimos anos a Igreja Católica vem sofrendo uma série de denúncias de casos de pedofilia envolvendo lideranças religiosas, principalmente nos EUA e Europa, levando o Papa Francisco a criar, em 2013, uma comissão para investigar as acusações. Esse tema tão delicado é abordado no espetáculo Tadzio.

Na trama, um jovem de 25 anos é ordenado padre e diante da tão sonhada realização, passa a relembrar em tom de confissão como nasceu o seu desejo pelo “santo sacerdócio”. Também narra a maneira que conheceu o seu grande mestre e fonte de inspiração para a vida, o padre Enoque, que despertou nele uma “diabólica” paixão quando tinha apenas 13 anos. Os fatos são contados a partir do ponto de vista de Tadeu que, extremamente contrariado em seu desejo não consumado, resolve se vingar do padre Enoque a partir de uma escandalosa revelação.

É justamente aí que o espetáculo aborda um pouco da complexidade humana, que vai muito além do bem e do mal, do céu ou do inferno, de Deus ou do Diabo que nos faz pensar sobre as várias facetas de um desejo avassalador. Na mesma intensidade, também analisa como o mundo ao redor pode reagir diante de uma surpreendente confissão, seja ela verdadeira ou não.
FICHA TÉCNICA:
Texto: Zen Salles
Direção: Dan Rosseto
Elenco: André Grecco, Nana Pequini e Rodrigo de Castro
Assistente de Direção: Denise O. Freire
Trilha Sonora: Fred Silveira
Cenário, Figurino e Iluminação: Kleber Montanheiro
Direção de Produção: André Grecco, Dan Rosseto e Fabio Camara
Contraregragem: Ana Clara Rotta
Operação de luz: Jonatas Gonçalves e Rafael Petri
Operação de som: Rafael Gratieri
Arte gráfica e fotos: Rafael Petri
Foto cartaz: Victor Iemini
Assessoria de Imprensa: Fabio Camara
Realização: Cão Bravo Produções, Applauzo Produções e Lugibi Produções

SERVIÇO:
LOCAL: Teatro Viradalata, Rua Apinajés, 1387 – Sumaré. 270 lugares (Estacionamento conveniado em frente)
DATA: 14/01 até 04/03 (Domingo 19h)
INGRESSOS: R$ 60,00 e R$ 30,00 (meia-entrada)
INFORMAÇÕES: (11) 3868 3525
DURAÇÃO: 70 min
CLASSIFICAÇÃO: 16 anos

Informações retiradas do release para imprensa.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

O Compositor Delirante.

O Compositor Delirante.
Inspirado na música de Beethoven, 
monólogo de Daniel Kronenberg.
Dia 10 de janeiro de 2018, quarta-feira, às 21h, reestreia a peça O Compositor Delirante, solo escrito e interpretado por Daniel Kronenberg, no Espaço Parlapatões. O espetáculo é inspirado na vida e obra do compositor austríaco Ludwig van Beethoven. Ingressos a R$ 40,00 e meia-entrada.

Com provocação cênica de Gabriel Bodstein, o monólogo coloca em foco o artista com seus questionamentos. Numa tentativa enlouquecida de organizar sua trajetória, a personagem Beethoven trava discussões políticas, filosóficas e de ordem artística com Mozart, Haydn, Goethe e com o próprio pai, além de outras pessoas imaginárias.

A surdez, a loucura e a necessidade de quebra de paradigmas são as tônicas do espetáculo, costurado pela música do compositor, que permeia toda a encenação, dando cadência e ritmo às argumentações da personagem.
Segundo Daniel Kronenberg, a escolha da música clássica e especialmente a de Beethoven como tema da montagem tem relação com a potência de sua obra e o seu impacto transformador, aliada à sua própria necessidade, como artista, de trazer para o palco apontamentos e questionamentos sobre o artista na sociedade contemporânea. “O espetáculo estabelece uma relação intensa entre os impulsos desse artista, a exemplo de sua inadequação aos padrões socialmente aceitos, mas é importante frisar que ele foi a inspiração. Suas palavras foram alimento para meu discurso autoral”, comenta o ator.
Em meio à solidão e ao escasso traquejo social, a surdez da personagem impede seu contato com o mundo exterior, mas não impede o chamado para exteriorizar a si mesmo: um telefone não para de tocar e o convoca a conversar com outros compositores clássicos e até mesmo com suas amantes. Com seu pai, ele questiona o excesso de rigor de sua criação; com Haydn, indaga sobre uma nova possibilidade de se viver a arte; com Goethe, critica a apatia e a falta de espírito criador, com Mozart, confessa sua inaptidão como compositor; e com suas amantes - Josefina, Julieta e Antonia -, adota seu lado mais romântico, no sentido mais óbvio da expressão. O telefone é um elemento cênico importante que caracteriza a subjetividade da loucura, enclausurada pela surdez.
O espetáculo privilegia o discurso que funde a manifestação artística autoral com a possibilidade de rever condutas e experiências revolucionárias na mudança do pensamento ocidental - o romantismo. O Compositor Delirante mostra que o caráter revolucionário e transgressor do artista permeia um universo onde o romantismo predomina à lógica, a razão perde terreno para a intuição. A encenação é carregada de elementos românticos, seja na figura de Beethoven, com sua insurgência contra as doutrinas retóricas e tradicionais, seja no tom do discurso que adota com suas amantes, seja no argumento revolucionário com que defende o espírito criador do artista, uma lida pacífica com seus próprios demônios.
Ficha técnica: 
Concepção, texto e atuação: Daniel Kronenberg
Provocação cênica e preparação corporal: Gabriel Bodstein
Iluminação: Flavia Servidone
Produção: DKG Soluções Lúdicas 
Fotos: Michael Pablo Bursztein e Eliane Barzilay
Assessoria de imprensa: Bemelmans Comunicações

Serviço: 
Espetáculo: O Compositor Delirante
Reestreia: 10 de janeiro de 2018 – Quarta-feira, às 21h
Local: Espaço Parlapatões
Praça Franklin Roosevelt 158
96 lugares
Temporada de 10 de janeiro a 15 de fevereiro - Todas às quartas e quintas, às 21h
Ingressos: R$ 40,00 e meia-entrada.
Ar condicionado
Acesso e lugar para cadeirante
Bilheteria: 1h hora antes da sessão. Aceita dinheiro e cartão débito/crédito
Compre Ingressos:O Compositor Delirante

Informações retiradas do release para imprensa.
Assessoria de imprensa: Miriam Bemelmans 

sábado, 18 de novembro de 2017

“Colegas no Teatro”.

“Colegas no Teatro”
Dir.: Leonardo Cortez.
O filme Colegas (longa de 2013), ganhou versão teatral e a peça está sendo apresentada no grande Auditório do Masp.
“Colegas no Teatro”, é uma comédia  que trata de forma poética coisas simples da vida. A história gira em torno de três colegas com síndrome de down, Márcio, Stalone e Aninha. Os três são apaixonados por cinema e trabalham na videoteca do instituto onde vivem. Um dia eles resolvem fugir no carro do amigo jardineiro para tentar realizar três sonhos: Stalone quer ver o mar, Aninha quer casar e Márcio quer voar.
Parabéns a todos os envolvidos por levar aos palcos a peça Colegas, que é um exemplo da verdadeira inclusão social. Colegas é uma peça super divertida e emocionante e que nos mostra que os sonhos simples, geralmente são os melhores.
Atores: Ian Pereira, Giulia Merigo, João Simões, Ricardo Côrte Real, Adriana Mendonça e Daniel Dottori.
Ingressos: Colegas No Teatro
80 min. Livre. Sex. e sáb. 21h, dom. 20h. R$50. Até 10/12.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

O Folclore e as Lendas D'água 🎭

O Folclore e as Lendas D'água 🎭
Neste espetáculo, figuras do folclore brasileiro como o Boto Cor-de-Rosa, Iara, Cazumbá, Cobra Morato, Bumba Meu Boi, Pirarucu, Catirina, ... ganham vida e mostram a diversidade do folclore brasileiro com muita música e diversão.
O Folclore e as Lendas D´água é um passeio mágico pelas crenças e por alguns rios do Brasil, como o São Francisco. A peça mostra de forma lúdica a história de diversos personagens e como eles surgiram na crença popular.
Cada personagem que é retratado no peça, encanta as crianças e mostra o quanto é rica a nossa cultura popular.
Particularmente gostei muito da Iara, uma índia que os irmãos tinham ciúmes... e acabou se transformando em uma sereia.
Eu não conhecia a história da Cobra Norato, que nos fala sobre uma índia engravidou e deu a luz a gêmeos e que se transformavam em cobras, uma boa e outra perversa...
 Elenco: Claudia Nascimento, Adriano Salhab, Danilo Bethon, Gil Teles, Thays Sposito.
A peça "O Folclore e as Lendas D´água" fica em cartaz até julho no Teatro Itália. 
Teatro Itália.
Sábados e Domingos
às 16h.

terça-feira, 2 de maio de 2017

j.Borges - 80 Anos.

J. Borges
80 Anos.
Curadoria: Marcelle Farias e José Carlos Viana.
J. Borges é um dos mais importantes artistas do Brasil. Patrimônio vivo de Pernambuco, nasceu em 20 de dezembro de 1935, no município de Bezerros.
Mestre da literatura de Cordel, é o xilogravurista brasileiro mais reconhecido no Mundo.
Sua obra já foi exposta na França, Espanha, Venezuela, Alemanha, Suíça e Estados Unidos, onde foi tema de uma reportagem do The New York Times, que o apontou como gênio da arte popular.
Para celebrar as oito décadas do artista, A Caixa Cultural apresenta a exposição J. Borges 80 Anos, trazendo uma coletânea de 10 xilogravuras inéditas.
Como J. Borges não tinha dinheiro para encomendar as ilustrações, passou a fazer ele mesmo suas matrizes, inovando o processo tradicional ao conceber uma técnica autoral para colorir as imagens.
Autodidata, J. Borges se tornou artista plástico. Desde então não parou mais de fazer matrizes por encomenda e também para ilustrar as centenas de cordéis que lançou ao longo da vida.
"A xilogravura nasceu em mim a partir da necessidade de ilustrar o cordel". J. Borges
"O ar cheira a tinta, cheira a madeira. As pranchas de madeira, em pilhas altas, esperam que Borges as talhe, enquanto as gravuras frescas. recém impressas, secam penduradas no arame de um varal. Com sua cara talhada em madeira, Borges me olha sem dizer nada." Eduardo Galeano
"Eles vêem meu trabalho como obra de arte, mas para isso acontecer eu tive que enfrentar muitos anos de luta com otimismo e esperança de vencer as dificuldades que me apareciam ao longo dessa trajetória". J. Borges
Reprodução gravura Plantio de Algodão.
Reprodução gravura No Meu Tempo De Criança.
Espaço dedicado a literatura de Cordel, que permite um verdadeiro mergulho na poesia popular de J. Borges, na qual ele versa com genialidade os acontecimentos, fatos políticos, lendários, folclóricos ou pitorescos da vida como ela é.
A Literatura de Cordel é um gênero literário popular escrito frequentemente na forma rimada, originado em relatos orais e depois impresso em folhetos que são ilustrados com xilogravuras. O nome tem origem na forma como tradicionalmente os folhetos eram expostos para venda, pendurados em cordas, cordéis ou barbantes.
Em 2006, J. Borges recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, assumindo assim a missão de transmitir seu conhecimento para as gerações futuras.
Caixa Cultural São Paulo
Até 07/05/2017
Observação: Todas as informações foram retiradas do catálogo J. Borges 80 Anos, distribuído gratuitamente pela Caixa Cultural.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Malefícios Do Amor.

Malefícios do Amor.
Trilogia Anton Tchékhov.
Três peças, três cenários, três figurinos em um único espetáculo. Essa é a proposta de Malefícios do Amor - Trilogia Tchékhov - que divertirá o público com as mais famosas comédias dramáticas curtas do grande dramaturgo russo Anton Tchekhov.
Os textos são considerados pequenas obras-primas de alto valor dramatúrgico, todos "temperados" com as marcas típicas da poética tchekhviana: brevidade e ligeireza dos diálogos, linguagem despojada e, principalmente, um humor ácido e crítico que os mantêm extremamente atuais para o mundo contemporâneo.
Ágil, divertida e enriquecida pela astúcia e sagacidade de um dos maiores dramaturgos de todos os tempos.
Informações retiradas do programa da peça.
O Urso: Retrata a história da viúva Helena Ivánovna Popov, seu criado Luká, e um credor: tenente Grigóri Stepánovitch Smirnov, que adentra em sua casa para cobrar uma antiga dívida de seu falecido marido. Quando fica evidente a impossibilidade de acerto de contas, inicia-se uma trama envolvente, cheia de nuances com pitadas de humor, drama, ironia e sedução. Um texto dinâmico, profundo, com momentos intensos e reveladores dos sentimentos da alma humana.
O Jubileu: Chega o grande dia para Andrei Andréievitch Chiputchin, presidente do banco que aguarda, ansioso, que Kusmá Nikolaevich, seu assistente, acabe de escrever o seu discurso que será lido para os membros da delegação dos acionistas do banco.  ele só não contava com a visita de sua jovem, bela e fútil esposa e uma senhora velha que estão dispostas a causar uma grande confusão neste dia tao importante.
O Pedido de Casamento: Ivan Vassilievitch Lomov vai até a propriedade de seu vizinho, Stepan Tchubúkov, pedir a mão de sua filha em casamento, para felicidade deste. É com grande efusividade que Natalia Stepánovna, de temperamento nada fácil, é chamada à presença  de Ivan, sem que saiba a razão da visita do seu vizinho. Cada vez que ele tenta falar do assunto, a conversa muda de rumo e se transforma em uma grande confusão, misturando e oscilando sentimentos de teimosia, amizade, inveja, vaidade e amor. A comicidade natural do texto é reforçada em meio as crises de saúde do rapaz que sofre de hipocondria.
Elenco: Francisco Carvalho e Liza Vieira. 
Elenco: Lia Tucci e Warney Paulo.
Teatro Jaraguá.