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sexta-feira, 20 de julho de 2018

Pacto.

Pacto.
A História de Leopold e Loeb.
Direção: Zé Henrique de Paula.
Pacto é uma peça intensa, sombria e que deixa todos da plateia chocados. Impossível não sentir opressão diante da tensão psicológica dos personagens e de sentir uma profunda tristeza ao acompanhar os diálogos sobre a “motivação do assassinato de uma criança”.
Até hoje, a história de Leopold e Loeb impressiona o mundo, o crime cometido pelos dois jovens em 1924, em Chicago, choca por sua perspicácia e frieza. O real motivo é revelado por Leopold apos 30 anos de prisão, na tentativa de conseguir a liberdade condicional. Ele afirma que o único objetivo era provar que eram capazes de cometerem o crime perfeito e estarem acima da lei do homem.
Inspirados pela filosofia de Friedrich Nietzsche, ambos cometeram o que ficou conhecido mundialmente como o Crime do Século. Sequestraram e assassinaram, Bobby Franks, de 14 anos de idade.
Leopold escreve antes de cometer o crime: "Um super-homem (...) é, em virtude de certas qualidades superiores inerentes a ele, isento das leis comuns que regem os homens. Ele não é responsável por qualquer coisa que ele possa fazer".
Para conseguir a liberdade condicional, Leopold, deverá confessar o verdadeiro sentido do crime, que oculto, nunca pôde ser revelado. Qual será o limite para o amor? A revelação é tão assombrosa, quanto o que se podia imaginar.
O musical tem texto, música e letras assinados por Stephen Dolginoff, direção de Zé Henrique de Paula e direção musical de Guilherme Terra. No elenco, Leandro Luna e André Loddi, e ao piano, Andrei Presser.
Informações retiradas: Teatro Portoseguro e do programa da peça.
Teatro Porto Seguro.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Zeca Pagodinho – Uma história de amor ao samba.

Zeca Pagodinho – Uma história de amor ao samba.
Espetáculo maravilhoso e despretensioso, Adorei!!! 
O nome de batismo é Jessé Gomes da Silva Filho, mas o grande público o conhece mesmo como Zeca Pagodinho. Artista consagrado, que alcançou o sucesso sem perder suas origens. É o Zeca do subúrbio, de Xerém, dos amigos, do palco e das canções que todo brasileiro sabe um refrão. Essa é a história real de um homem que se apaixonou pelo o samba ainda criança e, desde então, vive um caso de amor com a música.
“Zeca Pagodinho – Uma história de amor ao samba” retrata a vida do cantor em dois atos. No primeiro, o público conhecerá os momentos que levaram a construir o sólido caráter do nosso herói suburbano, que nunca deixou de ser um homem do povo. Caberá a Peter Brandão dar vida ao protagonista Jessé nessa fase. No segundo momento, o espetáculo retrata o encontro do artista com a fama e sua popularidade. O ator e diretor Gustavo Gasparani assume o papel de Jessé em sua fase madura.
A trilha sonora é destaque na construção da obra, compartilhando com nosso herói o protagonismo dessa história. Samba e narrativa se misturam nessa homenagem à Jessé. As canções evocam sua criação no subúrbio e potencializam o jeito carioca de ser, uma assinatura de Zeca Pagodinho e um jeito único de deixar a vida nos levar. Quatro músicos e um regente se unem aos 13 atores do elenco para juntos contarem, em texto e canção, a trajetória desse homem apaixonado pelo samba.
A dramaturgia recorre ao Teatro de Revista para narrar essa trajetória de sucesso e parceria com o público ao longo de mais de três décadas. Irreverência e bom humor marcam a narrativa, características que não poderiam faltar ao retratar o nosso herói suburbano. Com toda a liberdade que o teatro permite, a poesia também está presente no espetáculo. A peça inicia com Jessé embarcando no trem do samba rumo à “Estação Sucesso”. Essa é uma viagem sem paradas e que fará o espectador perder o fôlego, se emocionar e querer cantar.
Informações retiradas: Teatro Procópio Ferreira.
Teatro Procópio Ferreira.

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Chaplin - O Musical.

Chaplin 
 O Musical.
Quem é fã dos filmes do Chaplin vai adorar este espetáculo. É emocionante e muito divertido. A história é muito rica em detalhes e as caracterizações estão perfeitas. O elenco é grandioso e Jarbas Homem de Mello conseguiu se superar ao interpretar tão bem um dos maiores artistas cinematográficos. O musical esta imperdível e se eu tiver a possibilidade, irei novamente.
Sinopse: O espetáculo é baseado na história real de Sir Charles Spencer Chaplin ou simplesmente Charlie Chaplin, um dos maiores artistas cinematográficos de todos os tempos.
 A peça percorre sua carreira desde a primeira performance, quando ainda era uma criança pobre em plena Londres do século XIX, à consagração e fama mundial como ator, diretor, produtor, comediante e humorista.
 A atmosfera de “Chaplin, o musical” leva a uma verdadeira viagem no tempo à era do cinema mudo de Hollywood. Cenas antológicas de filmes estrelados por Chaplin ganham destaque na produção e são enriquecidas pelas projeções que ocupam grandes telas por todo o palco. Na lista estão os lendários: “The Kid”, “The Circus”, “Tempos Modernos” e “O Grande Ditador”.
Durante o musical, além de relembrar seus filmes e personagens - como Carlitos, o vagabundo, o mais célebre deles - o público conhece mais sobre suas escolhas políticas, sua agitada vida amorosa e as pessoas que marcaram sua trajetória, como a mãe Hannah (Naíma); o irmão mais velho Sydney , a quarta esposa Oona O´Neill (Myra Ruiz), a colunista e crítica ferrenha Hedda Hooper (Paula Capovilla), o primeiro empresário Fred Karno (Julio Mancini) e Mack Sennett (Paulo Goulart Filho), fundador dos estúdios Keystone.
 Com trilha sonora original de Christopher Curtis, incluindo as canções “Olhe para todas as pessoas”, “Just Another Day in Hollywood” e “This man”; “Chaplin, o musical” é produzido por Claudia Raia e Sandro Chaim. A versão brasileira é assinada por Miguel Falabella.
Informações retiradas:Ingresso Rapido.
Elenco: Jarbas Homem de Mello, Juan Alba, Paula Capovilla, Naíma, Paulo Goulart Filho, Myra Ruiz, Julio Assad, Lorenzo Tarantelli, Renatinho, Amélia Gumes, Claudia Rosa, Jofrancis, Luana Zenun, Luiza Arruda, Mariana Tozzo, Talitha Pereira, Arthur Berges, Beto Macedo, Felíppe Moraes, Fhilipe Gislon, Gustavo Ceccarelli, Marcos Lanza, Maurício Alves.
“Vem ver Charlie Chaplin, no cinema a brilhar...” 
 Theatro Net.

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Muito Louca.

Muito Louca.
De Gabriel Chalita
Direção Hudson Glauber
Muito Louca é uma peça sobre o universo complexo das relações humanas, onde Janete (Fafy Siqueira) e Tete (Suely Franco) discutem o passado em comum e suas frustrações amorosas. Fatos cotidianos ilustram o diálogo das personagens que falam sobre seus terapeutas, as dificuldades de superarem amores passados e o medo da solidão. Nesta peça irreverente, duas grandes amigas passam a limpo suas trajetórias de vida. Entre risadas, superstições, segredos, lágrimas, farpas e picuinhas, elas relembram o passado em comum.
Trata-se de um diálogo entre duas mulheres, em momentos diferentes de suas vidas, onde fatos cotidianos ilustram problemas afetivos. Falam de seus terapeutas e das dificuldades de superarem as amarras que as fazem infelizes. Falam de seus amores e do quanto o medo da solidão faz com que mintam para si mesmas. Falam de suas famílias e das ausências que sentem. Falam da vida.
Enfim, a história de ambas leva o público a percorrer os seus próprios universos pessoais, femininos ou masculinos,  cheios de medos e carências, mas com alguma esperança. No inicio, elas ainda têm muito tempo de vida. No final da peça, acompanha-se o entardecer de suas vidas. Olhamos com elas para o que foi possível viver e para o que ficou faltando.
“Janete e Tetê tem aquilo que chamamos de relação de amor e ódio, o tempo todo implicando uma com a outra, mas sempre com muito carinho. São amigas desvairadas, que com humor e ironia abordam temas delicados como amizade, amor, ciúme, solidão, dúvidas em relação ao futuro e arrependimentos em relação ao passado”, comenta o diretor Hudson Glauber.
Informações retiradas: Morente Forte.
Elenco: Suely Franco e Fafy Siqueira
Teatro Raul Cortez.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

O Arquiteto E O Imperador Da Assíria.

O Arquiteto E O Imperador Da Assíria.
Montagem dedicada ao aniversário de 50 anos da primeira publicação de O Arquiteto e o Imperador da Assíria, que é uma das obras mais importantes de Fernando Arrabal.
Tivemos o prazer de assistir "O Arquiteto e o Imperador da Assíria". Peça divertidíssima, com atores fantásticos e com um cenário e iluminação perfeitos.
Vale muito a pena ver a peça por diversas razões, entre elas: para ver em cena o inusitado, amizade, filosofia, inocência, a mistura do bem e do mal, diálogos nada óbvios e a ilusão. Tudo isso dentro de uma peça que faz parte do Teatro do absurdo. 
A história do "O Arquiteto e o Imperador da Assíria" se passa em uma ilha selvagem, onde vive um único habitante. Certo dia, por causa de um acidente aéreo, o único sobrevivente da tragédia também vai parar na ilha. A partir desta situação, os dois personagens vivem uma maratona de emoções; ora se digladiam, ora se solidarizam, em uma convivência claustrofóbica, surpreendente e permeada por refinado humor.
Elenco: Rubens Caribé e Eduardo Silva. 
Que absurdo! de absurdo não tem nada.
De fato quando nos deparamos com textos desta natureza percebemos a incrível capacidade que têm de reproduzir nossa vida como é: instável. Complexa, esperançosa e porque não, divertida.
O Arquiteto e o Imperador da Assíria é uma obra sem fim. Tem dimensões galácticas. Marca a data de estreia é definir o recorte que se tentará mostrar. Um recorte infinito...
E assim navegamos maremotos calmos e turbulentas calmarias. Guiados por nosso imperadorarquiteto.
Léo Stefanini
Ficha Técnica
Texto: Fernando Arrabal
Tradução: Wilson Coelho
Direção: Léo Stefanini
Teatro Jaraguá – Rua Martins Fontes, 71 – Centro. São Paulo – SP
Temporada:Até 1º de julho. 
Às sextas, às 21h30; aos sábados, às 21h; e aos domingos, às 19h
Teatro Jaraguá.