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domingo, 21 de julho de 2019

"O Eterno Aprendiz Gonzaguinha ".

"O Eterno Aprendiz Gonzaguinha ".
O Musical.
O Eterno Aprendiz Gonzaguinha - O Musical é simplesmente imperdível. É pura poesia, músicas e performance de altíssima qualidade.
Teatro Procópio Ferreira.

domingo, 14 de julho de 2019

Tanabata Matsuri.

Tanabata Matsuri.
Hoje é o dia de fazer pedidos às estrelas.
Bairro da Liberdade.

sábado, 13 de julho de 2019

Sylvia.

Sylvia.
Comédia romântica de  A.R. Gurney.
Sylvia é uma peça que trata principalmente de amor e companheirismo.
A peça conta a história de Greg (Cassio Scapin), um bem sucedido engenheiro de produção que encontra a cachorra Sylvia (Simone Zucato), num parque e resolve levá-la para o seu “ninho vazio”, onde vive com sua esposa Kate (Françoise Forton). 
Kate é uma professora de literatura, com uma carreira promissora. Ao chegar em casa e se deparar com a presença de Sylvia, Kate age de forma negativa e pede para que Greg se livre dela. Com muita dificuldade, o marido tenta convencê-la a ficar com Sylvia, e eles então decidem que a cachorra poderá ficar por alguns dias. Greg e Sylvia passam mais e mais dias juntos, até que ele decide largar o trabalho e aproveitar mais as coisas simples da vida. Ele se dá conta de que apesar de ser um homem bem sucedido, seus dias são dedicados exclusivamente ao trabalho e que, por isso, deixou passar despercebidas muitas coisas de extrema simplicidade e importância na vida. 
A tensão aumenta entre o casal, Greg se torna obcecado por Sylvia e Kate teme por seu casamento. Sylvia, como qualquer cachorro, ama seu dono. Os conflitos, as incertezas e os sonhos desses personagens começam a mexer com um casamento de 22 anos. 
É uma fantasia deliciosamente divertida, mas também uma visão psicológica da crise de um homem de meia idade, da síndrome do ninho vazio e da importância de um cachorro dentro de uma família. 
Elenco: Cassio Scapin, Françoise Forton, Simone Zucato e Rodrigo Fagundes. 
Direção: Gustavo Wabner.
Informações retiradas: Teatro das Artes.
Temporada: 12/07 a 01/09.

segunda-feira, 8 de julho de 2019

Circo Turma da Mônica "Brasilis".

Circo Turma da Mônica "Brasilis".
"Circo Turma Da Mônica BRASILIS" é um. espetáculo musical maravilhoso que explica para todos o que é diversidade cultural. Foi a melhor aula de história da minha vida, por mostrar de forma lúdica e divertida a formação do povo brasileiro e as diferenças regionais.
Simplesmente imperdível.
A Turma da Mônica em uma grande viagem musical pela diversidade cultural do Brasil. Nossas raízes e histórias contadas de um jeito divertido e surpreendente.
Sinopse: Já é noite na Vila Abobrinha. Sob o céu estrelado e aos sons da natureza, Mônica, Magali, Cebolinha e Cascão estão brincando na casa do Chico Bento e falam sobre as diferenças entre a cidade e a roça. De repente, eles se deparam com a seguinte pergunta: O QUE É DIVERSIDADE CULTURAL?
Para responder, Vó Dita, com toda a sua experiência e sabedoria, contará as mais lindas histórias sobre nossas principais origens: indígenas, negros e europeus.
Prepare-se para uma incrível viagem e encontro surpreendentes com Milena e Papa-Capim e diversos artistas circenses.
A Turma da Mônica nos convida a descobrir um pouco mais sobre o nosso país e nossas origens.
Informações retiradas do programa teatral "Circo Turma da Mônica Brasilis". 
Fafy Siqueira como "Vó Dita".
Paula Lima.
Temporada em São Paulo até o dia 04 de agosto.
Teatro Opus.

terça-feira, 2 de julho de 2019

CONECTADOS - O Musical

CONECTADOS - O Musical.
Mostra a paixão pela música e os conflitos juvenis.
Estreia no dia 6 de julho, sábado, o espetáculo CONECTADOS o Musical no Teatro das Artes, às 18 horas, em São Paulo. 
Conectados - O Musical é um ‘pop broadway’  idealizado pelo próprio elenco que protagonizam uma eletrizante, divertida e também dramática aventura musical em busca do sucesso, na qual a conexão entre eles precisa ir bem além da tecnologia.

No enredo, sete jovens apaixonados pela música participam das audições de um grande concurso de talentos. Eles são Bia, July Mie, Angel, Tuco, Duda, Helena e JP, adolescentes de realidades e características muito diferentes, que se veem conectados pela música, em busca de um mesmo sonho.
Os ingredientes dessa trajetória passam pelo cotidiano das personagens e suas particularidades: diferenças sócio-culturais, relações familiares, romances, intrigas, amizade e dúvidas sobre o futuro. No decorrer da trama, os artistas descobrem que precisam transpor os obstáculos, enfrentar os percalços, tirar as máscaras e efetivar uma conexão real humana, fora do aplicativo do celular, para potencializar a possibilidade de sucesso pessoal e profissional.
“CONECTADOS o Musical reflete sobre as consequências da falta de tempo na sociedade contemporânea para cultivar os laços. A encenação passa pelas fragilidades de cada personagem com suas diferentes atitudes, personalidades e individualidades”, afirma o diretor Hudson Glauber.
“CONECTADOS o Musical promete divertir e emocionar, não só pela aventura dos jovens em busca da realização, mas também pela descoberta de suas próprias identidades”, finaliza Hudson.
“A trilha sonora acompanha a identidade de cada personagem e conta cada história em linguagem ‘broadway’, misturando ritmos como pop, rock, rap, reaggae e balada”, revela Gimenes .
Ficha técnica
Dramaturgia: Alexandra Garnier. Direção: Hudson Glauber. Direção musical, composições e preparação vocal: Thiago Gimenes.Direção de movimento: André Capuano. Elenco: Luckas Moura, Gabriel Moura, Dorgival Júnior, Giulia Ayumi, Vicky Valentim, Carolina Amaral e Madu Araújo. Cenografia: Chico Spinoza. Desenho de luz: Rodrigo Alves. Trilha sonora: Tomé Souza. Figurino: Liliane Ávilla.

Assistência de cenografia: Kimiko Kobayashi. Assistência de direção: Rodrigo Trevisan e Felipe Caiafa. Cenotécnica e adereços: Marcos Santos. Operação de som: Felipe Moraes. Operação de luz: Jarbas Sardinha. Contrarregragem: Felipe Caiafa e Martins Silva.

Técnica de palco e camarins: Luana Pessi. Idealização: DGM Produções Artísticas. Produção e realização: Nosso Cultural, DGMProduções Artísticas e Ministério da Cidadania. Direção de produção: Ricardo Grasson. Produção executiva: Heitor Garcia e Felipe Aidar. Gestão de projeto: Lumus Entretenimento. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Comunicação visual e redes sociais: Teto Cultura. Book de apresentação: Felipe Barros. Fotos, design, cenário: Woodstock Produtora. Fotos: Caio de Biasi.
Serviço

Musical: CONECTADOS o Musical

Estreia: 6 de julho, sábado, às 18 horas

Temporada: 6 de julho a 31 de agosto. Sábados, às 18h

Gênero: Musical. Duração: 60 min. Indicação de idade: 12 anos.

Ingressos: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia).



Teatro das Artes - Shopping Eldorado

Av. Rebouças, 3970 – 3º Piso – Pinheiros. São Paulo/SP

Telefone: (11) 3034-0075. Capacidade: 769 lugares.


Assessoria de Imprensa: Verbena Comunicações.

quinta-feira, 27 de junho de 2019

VAIVÉM.

VAIVÉM.
A exposição investiga as relações entre as redes de dormir e a construção da identidade nacional no Brasil. Quando a rede – criada por diferentes povos originários ameríndios – passou a ser associada de maneira direta com o território brasileiro e a noção de brasilidade? A exposição caracteriza-se por seu caráter trans-histórico, reunindo artistas de distintos contextos sociais, diferentes períodos e regiões do país, que refletem sobre permanências, rupturas e resistências na representação e nos usos das redes de dormir na arte e na cultura visual brasileiras. Com curadoria de Raphael Fonseca, a mostra reúne cerca de 300 obras de coleções públicas e privadas, algumas especialmente criadas para o projeto.
Informações: VAIEVEM
Mestre Vitalino.
J.Borges
Conhecemos bem a sensação de deitar em uma rede de dormir, enquanto nos ajeitamos em sua estrutura mole, ela nos acolhe. E, à medida que o corpos se instala, a rede se movimenta, embalando-nos com se vaivém característico.
Como e quando essa sensação de acolhimento se tornou sinônimo de pertencimento identitário?
Longe de reforçar os esteriótipos da tropicalidade, esta exposição investiga suas origens: ao revistar o passado, conseguimos compreender como um fazer ancestral criado pelos povos ameríndios foi apropriado pelos europeus e, mais de cinco séculos após a invasão das Américas, ocupa um lugar de destaque no panteão que constitui a noção de uma identidade brasileira.  
Obs.: Informações retiradas do programa da exposição.
Centro Cultural Banco do Brasil.