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quinta-feira, 6 de abril de 2017

Malefícios Do Amor.

Malefícios do Amor.
Trilogia Anton Tchékhov.
Três peças, três cenários, três figurinos em um único espetáculo. Essa é a proposta de Malefícios do Amor - Trilogia Tchékhov - que divertirá o público com as mais famosas comédias dramáticas curtas do grande dramaturgo russo Anton Tchekhov.
Os textos são considerados pequenas obras-primas de alto valor dramatúrgico, todos "temperados" com as marcas típicas da poética tchekhviana: brevidade e ligeireza dos diálogos, linguagem despojada e, principalmente, um humor ácido e crítico que os mantêm extremamente atuais para o mundo contemporâneo.
Ágil, divertida e enriquecida pela astúcia e sagacidade de um dos maiores dramaturgos de todos os tempos.
Informações retiradas do programa da peça.
O Urso: Retrata a história da viúva Helena Ivánovna Popov, seu criado Luká, e um credor: tenente Grigóri Stepánovitch Smirnov, que adentra em sua casa para cobrar uma antiga dívida de seu falecido marido. Quando fica evidente a impossibilidade de acerto de contas, inicia-se uma trama envolvente, cheia de nuances com pitadas de humor, drama, ironia e sedução. Um texto dinâmico, profundo, com momentos intensos e reveladores dos sentimentos da alma humana.
O Jubileu: Chega o grande dia para Andrei Andréievitch Chiputchin, presidente do banco que aguarda, ansioso, que Kusmá Nikolaevich, seu assistente, acabe de escrever o seu discurso que será lido para os membros da delegação dos acionistas do banco.  ele só não contava com a visita de sua jovem, bela e fútil esposa e uma senhora velha que estão dispostas a causar uma grande confusão neste dia tao importante.
O Pedido de Casamento: Ivan Vassilievitch Lomov vai até a propriedade de seu vizinho, Stepan Tchubúkov, pedir a mão de sua filha em casamento, para felicidade deste. É com grande efusividade que Natalia Stepánovna, de temperamento nada fácil, é chamada à presença  de Ivan, sem que saiba a razão da visita do seu vizinho. Cada vez que ele tenta falar do assunto, a conversa muda de rumo e se transforma em uma grande confusão, misturando e oscilando sentimentos de teimosia, amizade, inveja, vaidade e amor. A comicidade natural do texto é reforçada em meio as crises de saúde do rapaz que sofre de hipocondria.
Elenco: Francisco Carvalho e Liza Vieira. 
Elenco: Lia Tucci e Warney Paulo.
Teatro Jaraguá.

sábado, 1 de abril de 2017

Pitanga.

PITANGA
ESTREIA NOS CINEMAS DIA 06 DE ABRIL.

Dirigido por Beto Brant e Camila Pitanga, o filme é um mergulho na história do cinema brasileiro e homenageia o ator Antônio Pitanga.
O Documentário foi escolhido pela crítica como o Melhor Filme Brasileiro na 40ª Mostra de Cinema de São Paulo e vencedor do Prêmio do Público do Festival de Tiradentes de 2017.
Filmando encontros e reencontros de Antônio Pitanga com amigos, amigas, família, cineastas, músicos e outros companheiros de vida e profissão, Beto Brant e Camila Pitanga fazem o trajeto de retorno ao tempo e revisitam a obra do ator investigando o seu percurso estético, político e existencial. Destaque no momento de maior inquietação artística do cinema brasileiro, o Cinema Novo, através de suas interpretações históricas, Antônio Pitanga construiu uma narrativa mitológica própria.
Pitanga contribuiu com o vigor de sua interpretação em mais de 60 filmes. Sua atuação sempre foi física: ele é um ator de expressão corporal particular, espontânea, urgente, cujas performances manifestam a necessidade de intervir na realidade de um mundo efervescente. No exato momento histórico em que o homem se recolocava no mundo de forma mais atuante, politicamente contestador e participativo, Antônio Pitanga realizou filmes com diretores emblemáticos e definitivos para a história do cinema brasileiro, como Glauber Rocha, Cacá Diegues, Walter Lima Jr e tantos outros.
PITANGA homenageia o homem e o ator. Destaca a importância de seu testemunho para a arte brasileira e conta a história de 75 anos de vida dedicados ao conhecimento e à construção de um homem em diálogo profundo com seu tempo.
Renato Ciasca e Beto Brant assinam a produção do documentário, que foi realizado pela Drama Filmes, Gangazumba Produções e Paraguassu Produções, com coprodução da Globo Filmes, GloboNews e Dot. No roteiro, Beto Brant, Camila Pitanga, José Carlos Avellar, Juliana
Munhoz, Marçal Aquino e Xarlô, que também assina a Direção de Arte. A fotografia é de Leleco Maestrelli, a música original é de Ilú Obá De Min e a trilha sonora, do Instituto e do Grupo Cangarussu. A distribuição é da Elo Company.
Elenco (em ordem de entrada): Daiane Sales dos Santos, Clarimundo José dos Santos, Andreia dos Santos, Adriano dos Santos Lustosa, Cía dos Prazeres e Cia Mistérios e Novidades, Monica Millet, Selina Cristina de Souza, Clarindo Silva, Roque Araújo, Álvaro Queiroz, Luiz Carlos Maciel, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Maria Creuza, José Carlos Capinan, Léa Garcia, Cacá Diegues, Sérgio Ricardo, Othon Bastos, Itala Nandi, Zé Celso Martinez Corrêa, Selma Egrei, Gésio Amadeo, Zezé Motta, Neville d'Almeida, Elisa Lucinda, Silvio Guindane, Tamara Taxman, Ziraldo, Angela Leal, Ruth de Souza, Haroldo Costa, Joel Zito Araújo, Hugo Carvana, Tônico Pereira, Chico Buarque, Paulinho da Viola, Luiz Carlos Barreto, Claudio Adão, Jorge Coutinho, Milton Gonçalves, Walter Lima Jr., Antônio Molina, Nilcea da Silva, Benedita da Silva, Martinho da Vila, Gilberto Gil, Lázaro Ramos, Rocco Pitanga, BrunaPitanga, Amanda Pitanga, Antonia Pitanga.
O Documentário investiga o percurso estético, político e existencial do ator Antonio Pitanga que, dirigido por grandes cineastas como Glauber Rocha, Cacá Diegues e Walter Lima Jr., protagonizou os momentos de maior inquietação artística do cinema brasileiro.
Direção: Beto Brant e Camila Pitanga.
Informações retiradas do reelese de divulgação de imprensa.
PITANGA
Brasil, 2016, 113 min.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Erwin Wurm - O Corpo É A Casa.

Erwin Wurm - O Corpo É A Casa.
Exposição.
A exposição apresenta uma série de trabalhos do artista austríaco Erwin Wurm, que produz em suas obras um deslocamento de elementos do cotidiano para o campo da arte, reconfigurando objetos familiares como casas, carros, roupas e alimentos para um contexto inesperado, engraçado e ao mesmo tempo crítico em relação à sociedade contemporânea. Esses objetos transviados falam sobre eles próprios, mas falam ainda mais sobre cada um de nós.
Ermin Wurm é um  artista que faz as pessoas gostarem de arte. ele evoca uma dose de humor e irreverência que são universais e, em primeiro nível, muito acessíveis.
O artista coloca em questão coisas e formas presentes em nossa vida.
Seu trabalho é conceitual e interativo. Com formas distorcidas e expandidas.
O corpo e o comportamento humano estão também em discussão em suas “Esculturas de Um Minuto”, onde o público é convidado a seguir instruções para que se torne, ele mesmo, uma escultura do artista durante 60 segundos, numa espécie de performance não planejada.
O corpo é o objeto de trabalho constante na história da arte.
Com Wurm, a dieta passa a ter uma dimensão de exercício da fé contemporânea. "A dieta", diz ele, "é como uma filosofia que faz parte do nosso cotidiano: ela possui, de um lado, um aspecto físico, e, de outro, uma dimensão espiritual". Essa ambiguidade faz com que seja possível se referir tanto à dieta do consumismo quanto à dieta de alimentos.
Informações retiradas do site do CCBBSP e do folheto impresso.
CCBB
9H às 21H
Até 03.04.2017

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Dzi Croquettes.

Dzi Croquettes.
Semana passada fomos assistir a apresentação do "Dzi Croquettes" e o espetáculo foi sensacional. A temporada 2016 acabou mais em 2017 Dzi Croquettes voltará aos palcos. Vale muito a pena conferir e saber um pouco mais sobre um perído da História do Brasil, através da visão que a peça nos mostra.
Dirigida por Ciro Barcelos, integrante do grupo original da década de 1970, a peça musical é baseado no documentário "Dzi Croquettes" de Tatiana Issa e Raphael Alvarez e que conta a história  de uma trupe composta de artistas (cantores, atores, bailarinos,...), que viveu durante a repressão da Ditadura Militar (anos de chumbo), e os integrantes do grupo, por serem considerados símbolo da contracultura, foram convidados a se retirar do Brasil e alcançaram muito sucesso na França. Tendo sido convidados inclusive para fazer um espetáculo na Broadway.  
Na peça, eles  vivem em uma garagem que serve de palco para as diversas apresentações dos integrantes. O espetáculo mostra toda a irreverência que caracterizou e tornou famoso o Dzi Croquette que completa 45 anos,  e que tem uma trilha sonora composta por diversos gêneros musicais, que vai desde os clássicos até  as músicas divertidas dos Mamonas Assassinas, ...
DZI é composto  por Homens vestidos em trajes femininos, com maquiagem extravagante e que encantaram e conquistaram plateias por onde passaram.
"Não somos homens, nem mulheres, nós somos gente".
Elenco: Ciro Barcelos, Bruno Gissoni, Rodolfo Goulart, Filipe Ribeiro, Rafael Leal, Paulo Victor Gandra, Julio Aracack, Rogério Nóbrega e Lucas Cândido. 
Ciro Barcelos foi o integrante mais jovens do Dzi Croquettes e hoje além de atuar, dirige e fez a concepção do texto para o palco. Ele é uma lenda viva do show business brasileiro.
Teatro Augusta
Sala Paulo Goulart.