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segunda-feira, 18 de junho de 2018

A Profissão da Senhora Warren.

A Profissão da Senhora Warren.
Direção: Marco Antônio Pâmio.
A Profissão da Senhora Warren é uma das mais importantes peças de Bernard Shaw. Aqui os personagens mostram ora abertamente, ora sutilmente, a hipocrisia da sociedade e a verdade das relações sociais e humanas de maneira nua e crua. Tendo como pano de fundo a verdadeira profissão da Senhora Warren, que é de conhecimento de todos menos da sua filha. Essa revelação é o ponto principal da peça, pois a partir desse momento, travam-se confrontos ideológicos entre as duas, cada uma defendendo suas convicções morais e o papel que cada uma acha que é o destinado as mulheres.

Adorei esta oportunidade de ter lido o livro e visto a peça. Fiquei muito feliz de terem transportado para o palco de maneira fiel um excelente texto e com um elenco fantástico. Todos estavam perfeitos.

Considerada por Bernard Shaw (1856 – 1950) uma de suas melhores peças, A PROFISSÃO DA SENHORA WARREN, texto clássico da dramaturgia, foi proibida de ser encenada tanto na Inglaterra quanto nos EstadosUnidos, no início do século XX. Não era para menos. A honestidade cortante dos embates entre mãe e filha, aaudácia com que se desmontam convenções sociais e afetos de fachada, o confronto sem cerimônias dosuniversos feminino e masculino são desconcertantes, mesmo dentro da dramaturgia reconhecidamente anticonvencional de Shaw. Embora nós, mulheres contemporâneas, nos identifiquemos com Vivie, não há como não admirar a assertiva Sra. Warren que fez o que fez, de início por necessidade, mas que tem prazer no que faz e por isso continua a exercer sua “profissão”. Esta é uma fresta realmente anárquica no texto de Shaw. Será que a repulse de Vivie não é uma nova forma de preconceito? É uma peça de mulheres fortes, “masculinas” na sua coragem desabrida, mulheres que estabeleceram seus próprios parâmetros com vigor.
Nestes tempos em que o empoderamento feminino é um tema incontornável, esta peça cai como uma luva.
Informações retiradas: Ingresso Rapido
Elenco: Clara Carvalho, Karen Coelho, Caetano O'Maihlan, Claudio Curi, Mario Borges e Sergio Mastropasqua.
Duração: 100 minutos 
Recomendação: 14 anos 
Serviço: MASP Av. Paulista, 1578 - Bela Vista- tel: 3149-5920 
Apresentações: Sex 21h, R$30,00 | Sáb 21h, R$50,00 | Dom 29h, R$50,00
Temporada: Até 01/07/2018

quinta-feira, 15 de março de 2018

A Mulher De Bath.

A Mulher De Bath.
De: Geoffrey Chaucer.
Chaucer teve a audácia e a graça de colocar essa história na boca de uma mulher, uma viúva que ama o riso, o sexo, os homens, a diversão. Ela é bem falante, tem ideias arrojadas e os desejos a flor da pele, e a tudo descreve sem pudor ou mentiras.
O texto, de interesse universal, trata dos jogos e artimanhas do amor, das guerras infernais do casamento, do sexo e suas armadilhas, das diferenças entre homens e mulheres, da necessidade da soberania feminina e seu pleito por liberdade.
A viúva Alice parece uma mulher de agora, uma dessas neofeministas do movimento que ressurge, só que ainda mais livre, mais corajosa e mais bem humorada.
Nunca estive tao segura da qualidade do que ofereço ao público. Em conteúdo e em diversão.
Maitê Proença.
À beira de uma estrada, em plena Inglaterra medieval, uma mulher de vasta experiência e de ardorosa oratória conta a história de sua vida, ao mesmo tempo inusitada exemplar, universal e única:seus amores incansáveis, seus rigorosos rancores. suas paixões e vinganças. sua peregrinação à Terra Santa. suas traições e sua grandeza. seu conhecimento profundo do pecado, da salvação e do espírito humano.
Sua odisseia pessoal é entremeada com o relato fantástico de uma época imaginária: o mundo das lendas do Rei Artur, quando seres feéricos andavam pela terra disfarçados em forma humana. A Mulher De Bath, personagem dos contos da Cantuária de Geoffrey Chaucer, é uma das figuras basilares da literatura ocidental, precursora de Shakespeare e do indivíduo moderno.
Chega aos palcos brasileiros pela primeira vez, em uma tradução quie resgara a eloquência popular de sua fala:  a alma pulsante da Idade Média volta à vida em versos inspirados no cancioneiro popular e na poesia oral do interior do Brasil.
Publicados pela primeira vez em 1475, os Contos Da Cantuária de Geoffrey Chaucer são a obra fundadora da literatura Inglesa. Assim como Dante, Cervantes e Camões, os Contos de Chaucer ajudaram a sedimentar a língua, a poesia, a ficção e a oratória de todo o país. Tudo começa a partir de uma competição entre peregrinos que rumam ao túmulo de São Thomas Becket, na Cantuária (Canterbury). No caminho, cada um deve contar histórias sobre diversos tempos e lugares - e o melhor narrador sera premiado com uma noite de excessos na mais famosa taverna local. Dessa disputa brotam contos de cavalaria heroica e farra desbragada, de santidade e de perdição, um compasso que engloba o que há de mais sórdido e mais sublime na alma humana.
A premiada tradução de José Francisco Botelho busca inspiração na poesia popular brasileira, do repente nordestino à trova gaúcha, para reviver entre nós a exaltação e a grandeza da Idade Média. Seus versos, que recriam os de Chaucer, são referência e objeto de estudo internacional, apostando em um sonho épico: a universalização da cultura brasileira.
Informações retiradas do programa da peça.
Dia de estréia e o coração vai a mil por ter a oportunidade de ver uma obra de Geoffrey Chaucer (considerado o pai da literatura inglesa), ser encenada por uma das atrizes mais inteligentes e linda de viver do Brasil: Maitê Proença.
Uma honra ter a chance de ver de pertinho a eterna Dona Beija e a Melhor Marquesa de Santos e agora a Melhor Mulher de Bath.
Teatro Faap.
Em cartaz até 01 de Abril de 2018.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Poema Bar.

Poema  Bar.
Recital.
Dois poetas, duas visões da conquista e do amor nesta homenagem às múltiplas faces de Fernando Pessoa e à bossa boêmia de Vinícius de Moraes.
Um novo olhar sobre as obras de Vinicius de Moraes, o nosso poetinha, e do poeta português Fernando Pessoa. Um leitura dramatizada, realizada por Alexandre Borges, sobre o humor ácido e as paixões de Vinicius que misturam ao romantismo de Pessoa, em obras que traduziram as amplas culturas de seus países, apesar de épocas diferentes.
Acompanhado pelo pianista português, João Vasco, e pelas interpretações da brasileira Mariana de Moraes e da lusitana Sofia Vitória, com canções como Eu Não Existo Sem Você, de vinicius de Moraes, e Tenho Dó Das Estrelas, de Fernando Pessoa, o recital é uma mistura de sensações.
Informações retiradas: Sesi-SP
Teatro do Sesi-SP

terça-feira, 16 de maio de 2017

APCA - 60ª Festa De Premiação Aos Melhores Das Artes Com Foco Na Diversidade.

APCA - 60ª Festa De Premiação Aos Melhores Das Artes
Com Foco Na Diversidade
A Associação Paulista de Críticos de Artes - APCA realizou seu tradicional evento de premiação dos melhores nas Artes de 2016, em 12 categorias: Arquitetura, Artes Visuais, Cinema, Dança, Literatura, Moda, Música Erudita, Música Popular, Rádio, Teatro, Teatro Infantil e Televisão. 
A cerimônia aconteceu no Theatro Municipal de São Paulo, com apresentações da cantora Céu e do grupo As Bahias e a Cozinha Mineira. 
Doze casais - formados por personalidades do mundo do espetáculo e das artes em geral, com perfis variados e que representa a riqueza étnica e cultural como Juçara Marçal e Thiago Mendonça, além do ator argentino Juan Manuel Tellategui - performaram a entrega dos prêmios. Como mestres de cerimônia, o crítico de teatro e vice-presidente da APCA Miguel Arcanjo Prado e a crítica de televisão Edianez Parente.
Um dos destaques da cerimônia foi o lançamento do livro que comemora os 60 anos da APCA, ilustrado com textos de importantes críticos de cada área, histórico da instituição e mapeamento de todos os premiados desde 1956. 


Ao longo desses 60 anos, graças ao olhar apurado de seus membros, a APCA já revelou dezenas de artistas que contribuíram significativamente para a cultura brasileira, como os teatrólogos Augusto Boal e José Celso Martinez Corrêa, os atores Mateus Nachtergaele e Cleyde Yáconis, o maestro João Carlos Martins, e os músicos Chico Sciense e Maria Rita. Ícones já consagrados da cultura brasileira também foram homenageados: o poeta Carlos Drummond de Andrade, por exemplo, venceu na categoria Poesia do Prêmio em 1973, com a obra As Impurezas do Branco. Já a cantora Elis Regina acumulou sete troféus. 


Os premiados da 60ª edição foram escolhidos em assembleia dos críticos realizada no início de dezembro de 2016, no Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo. Mais abaixo, segue a lista completa dos vencedores.


PREMIADOS 2016

ARQUITETURA
Trajetória - Sergio Ferro
Urbanidade - Projeto Ruas Abertas – Avenida Paulista / Fernando Haddad
Obra de arquitetura - Escola Senai São Caetano do Sul / Claudia Nucci e Valério Pietraróia – NPC Grupo Arquitetura
Preservação de patrimônio moderno - Luciana Brito Galeria – antiga Residência Castor Delgado Perez / Luciana Brito (promotora); João Paulo Beugger, José Armênio de Brito Cruz, Marcos Aldrighi e Renata Semin – Piratininga Arquitetos (readequação arquitetônica); Klara Kaiser,Koiti Mori e André Paoliello (readequação paisagística)
Pesquisa - Atlas fotográfico da cidade de São Paulo e arredores / Tuca Vieira
Fronteiras da arquitetura - Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro / Fernando Meirelles, Daniela Thomas e Andrucha Waddington
Apropriação urbana - Ocupação Hotel Cambridge / Carmen Ferreira da Silva (líder comunitária); Pitchou Luambo (coordenador do Grupo de Refugiados e Imigrantes Sem Teto); Juliana Caffé, Yudi Rafael e Alex Flynn (curadores da Residência Artística Cambridge)
Votaram - Abilio Guerra, Fernando Serapião, Francesco Perrotta-Bosch, Gabriel Kogan, Guilherme Wisnik, Hugo Segawa, Luiz Recaman, Maria Isabel Villac, Mônica Junqueira de Camargo e Nadia Somekh

ARTES VISUAIS
GRANDE PREMIO DA CRITICA – Fernando Lemos
Exposição internacional – O Triunfo da Cor - CCBB
Exposição nacional – VOLPI Pequenos Formatos - MAM
Retrospectiva – No Lugar Mesmo: uma antologia de Ana Maria Tavares - Pinacoteca
Fotografia – Gal Oppido – Sentidos da Pele
Arte e Reflexão – O Instante Certo – Dorrit Harazin
Iniciativa cultural – Programa Metropolis – TV Cultura
Votaram – Ricardo Nicola, Dalva de Abrantes, José Henrique Fabre Rolim, Bob Sousa, João J. Spinelli, Rubens Fernandes Junior, Silvia Balady, Luiz Ernesto Kawall, Fabio Magalhães, Douglas Negrisolli, Jocob Klintowitz, Enock Sacramento, Emilia Okubo

CINEMA
Filme: “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho
Diretor: Gabriel Mascaro, por “Boi Neon”
Roteiro: Kleber Mendonça Filho, por “Aquarius”
Ator: Júlio Andrade, por “Sob Pressão”
Atriz: Andréia Horta, por “Elis”
Documentário: “Cinema Novo”, de Eryk Rocha
Fotografia: Diego García, por “Boi Neon”
Votaram: Inácio Araújo, Luiz Carlos Merten, Orlando Margarido, Rodrigo Baldin e Walter Cezar Addeo

LITERATURA
Grande Prêmio da Crítica: “A Ditadura Acabada -5”, de Elio Gaspari (Intrínseca)
Romance/Novela: “Como Se Estivéssemos em Palimpsesto de putas”, de Elvira Vigna (Companhia das Letras)
Ensaio/Teoria e/ou Crítica Literária/ Reportagem: “Trópicos Utópicos”, de Eduardo Giannetti da Fonseca (Companhia das Letras)
Infantil/Juvenil: “Quem tem medo de curupira?”, de Zeca Baleiro, ilustrações de Raul Aguiar (Companhia das Letras)
Poesia: “Rol”, de Armando Freitas Filho (Companhia das Letras)
Contos/Crônicas: “A(s) Mulher(es) que eu amo”, de Eros Grau (Globo Livros)
Tradução: “[um amor feliz]”, de Wislawa Szymborska, tradução de Regina Przybycien (Companhia das Letras)
Biografia/Autobiografia/Memória: “Rita Lee: Uma Biografia”, de Rita Lee (Globo Livros)
Votaram: Amilton Pinheiro, Gabriel Kwak, Sérgio Miguez e Ubiratan Brasil

MÚSICA ERUDITA
Espetáculo de ópera: DON QUICHOTTE de Massenet. (Theatro São Pedro, abril/2016, direção Jorge Takla)
Prêmio Especial pelo conjunto da obra: Maestro Roberto Duarte (pela revisão sistemática das obras de Carlos Gomes e de Tommaso Traetta)
Instrumentista: Emmanuele Baldini (Spalla da OSESP e Líder do Quarteto OSESP)
Regente de Orquestra: Valentina Pelleggi
Projeto Musical: Programa Preludio da TV Cultura
Cantor Lírico: Rodolfo Giugliani (Lo Schiavo, Theatro Municipal RJ outubro/2016; Il Tabarro, Teatro San Carlo de Nápoles, novembro/2016)
Votaram: Sergio Casoy, Fabio Siqueira, Tellé Cardim

MÚSICA POPULAR
GRANDE PREMIO DA CRITICA: Rita Lee (por sua carreira)
Artista do Ano: Céu
Melhor Álbum: “MM3”, Metá Metá
Produção e Direção Artística: Rica Amabis, Daniel “Ganjaman” Takara e Tejo Damasceno por “Sabotage”, Sabotage
Revelação: Mahmundi por “Mahmundi”
Projeto Especial: SIM São Paulo
Show: BaianaSystem
Homenagem: Fernando Faro (In Memorian)
Votaram: Alexandre Matias, Fabio Siqueira, José Norberto Flesch, Marcelo Costa, Sergio Casoy e Tellé Cardim

RÁDIO
Prêmio Especial do Juri: Bradesco Esportes FM, pela cobertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016
Humorista – Emerson França – Band Bom Dia – Band FM
Apresentador (entretenimento): Serafim Costa Almeida – Banda de Todas as Bandas – Capital AM 1040
Produtor (entretenimento): Mariana Piza – Programa Maritaca – Rádio Vozes (www.radiovozes.com/maritaca)
Produtor jornalístico: Renan Sukevicius – Em Alta Frequência – BandNews FM
Repórter: Marcel Naves – Blitz Estadão – Estadão FM
Colunista: – Claudio Zaidan – Esporte Notícia e Esporte Notícia Internacional – Bandeirantes AM/FM
Votaram: Fausto Silva Neto, Marcelo Abud, Marco Antonio Ribeiro e Silvio di Nardo.

TEATRO
Grande Prêmio da Crítica: Maria Alice Vergueiro
Espetáculo: Sobre Ratos e Homens
Diretor: João Falcão (Gabriela, um Musical) e Kiko Marques (Sínthia)
Autor/Dramaturgia: Vinicius Calderoni (Os Arqueólogos)
Ator: Leonardo Fernandes (Cachorro Enterrado Vivo)
Atriz: Denise Weinberg (O Testamento de Maria)
Prêmio Especial: Lenise Pinheiro (pelo registro histórico da cena teatral paulista)
Votaram: Aguinaldo Cristofani Ribeiro da Cunha (votou somente o Prêmio Especial e o Grande Prêmio da Crítica), Carmelinda Guimarães, Edgar Olimpio de Souza, Evaristo Martins de Azevedo, Gabriela Mellão, José Cetra Filho, Kyra Piscitelli, Marcio Aquiles (votou somente o Prêmio Especial e o Grande Prêmio da Crítica), Maria Eugênia de Menezes, Michel Fernandes, Miguel Arcanjo Prado e Vinício Angelici

TEATRO INFANTIL
Grande Prêmio da Crítica – PEER GYNT, direção de Gabriel Villela
Melhor Espetáculo de Valorização da Cultura Popular - CAMINHO DA ROÇA (Grupo As Meninas do Conto)
Melhor Espetáculo de Bonecos - BERENICES (Grupo Morpheus Teatro)
Melhor Espetáculo de Inclusão e Acessibilidade - FEIO (Coletivo Grão de Arte e Cidadania)
Melhor Espetáculo Interativo - CHIQUITA BACANA NO REINO DAS BANANAS (Grupo Folias D’Arte)
Melhor Espetáculo de Texto Adaptado – HENRIQUES (Cia Vagalum Tum Tum)
Melhor Espetáculo sobre Diversidade Sexual e de Gênero no Universo Infanto Juvenil - A PRINCESA E A COSTUREIRA (grupo Teatro da Conspiração, de Santo André)

Votaram: Beatriz Rosenberg, Dib Carneiro Neto, Gabriela Romeu e Mônica Rodrigues da Costa

TELEVISÃO
Grande Prêmio da Crítica: Domingos Montagner, pelo conjunto da obra (In Memorian)
Novela: “Velho Chico” (Benedito Ruy Barbosa/TV Globo)
Atriz: Selma Egrei (Velho Chico/TV Globo)
Ator: Marco Ricca (Liberdade, Liberdade/TV Globo)
Diretor: José Luiz Villamarim (Justiça/TV Globo)
Série: Justiça (de Manuela Dias/TV Globo)
Infantil: “D.P.A - Detetives do Prédio Azul” (Gloob)
Cobertura Rio-2016: SporTV

Votaram: Bárbara Sacchitiello, Cristina Padiglione, Edianez Parente, Fabio Maksymczuk, Flávio Ricco, José Armando Vanucci, Leão Lobo, Neuber Fischer, Nilson Xavier e Paulo Gustavo Pereira.

DANÇA
Grande Prêmio da Crítica: Marilena Ansaldi
Espetáculo (estreia): Devolve 2 horas da minha vida Projeto Mov_oLA / Alex Santos
Espetáculo (não estreia): “Dança por Correio”
Coreografia / Criação: “Rubedo” – Cia de Dança Siameses / Maurício de Oliveira
Interpretação: Zélia Monteiro por Percursos Transitórios
Revelação: Grupo Fragmento Urbano
Espaço de Difusão: Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo
Prêmio Técnico: Equipe Técnica do Teatro Alfa
Projeto / Programa: CCSP Semanas de Dança 2016 – Centro Cultural São Paulo
Memória: Ballet Stagium 45 anos
Votaram: Amanda Queirós, Ana Francisca Ponzio, Cássia Navas, Flávia Couto, Henrique Rochelle, Iara Biederman, Renata Xavier, Simone Alcântara e Yashara Manzini

MODA
Revelação em Moda: Lab-Emicida e Evandro Fióti
Coleção: À La Garçonne
Estilista do ano: Ronaldo Fraga
Fotógrafo: Gil Inove
Profissional da Beleza: Fabiana Gomes
Stylist: Pedro Sales
Prêmio Especial da Crítica: Alberto Hiar pela compra da Zoomp
Votaram: Pedro Diniz, Chantal Sordi, Silvia Rogar, Mario Mendes e Matheus Evangelista
 Theatro Municipal de São Paulo

As informações foram retiradas do release de divulgação de imprensa.

domingo, 23 de agosto de 2015

Quem Tem Medo De Curupira?

Quem Tem Medo De Curupira? 
O músico Zeca Baleiro, que viveu boa parte de sua infância em contato com lendas e folclore do Brasil, escreveu o musical Quem Tem Medo de Curupira? no intuito de resgatar esse universo fantástico. Assim o autor coloca em cena as criaturas Curupira, Boitatá, Caipora, Iara e Saci, que acreditando-se esquecidas pelas pessoas do século XXI, resolvem fazer uma viagem até a cidade grande com o propósito de resgatarem sua popularidade e autoestima. Nessa aventura, os seres mitológicos, convictos de suas magias, entram em contato com o curioso e também tenebroso desconhecido mundo das metrópoles, além de ex-habitantes das florestas já enraizados na realidade urbana, como um índio aculturado, um lenhador cético e um pé de jacarandá fugitivo. As músicas do espetáculo são de autoria de Zeca Baleiro e conduzem o público em uma viagem por diversos gêneros brasileiros, com rápida incursão pro ritmos urbanos como rock e rap. Quase toda a movimentação no palco é feita por danças populares coreografadas, combinadas com canções pop.
(Informações retiradas do livreto da peça).
Musical maravilhoso que mostra o folclore brasileiro de uma maneira bem divertida. É impossível não gostar.
Teatro do Sesi (tive a sorte de encontrar o Zeca Baleiro, sou fã).