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quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Amigas, Pero No Mucho ūüé≠ūüĒĚ

Amigas, Pero No Mucho ūüé≠ūüĒĚ.
De C√©lia Regina Forte / Dire√ß√£o  Jos√© Possi Neto.
Para quem gosta de se divertir, Amigas Pero No Mucho √© a melhor pedida. Eu ri demais.  Texto hilariante, atua√ß√£o perfeita e √© sem d√ļvida uma com√©dia imperd√≠vel para quem tem "amigas", pero no mucho, hahahaha.
A pe√ßa √© sobre quatro mulheres da nossa √©poca que tentam dar conta de tudo: do cotidiano, do corpo, da mente, do trabalho, da fam√≠lia e da amizade, causando inusitadas situa√ß√Ķes t√≠picas do universo feminino.
Essa epopeia se d√° atrav√©s do encontro de quatro amigas em uma tarde de s√°bado, onde todas – ou quase todas – as roupas sujas s√£o lavadas por elas. Com humor c√°ustico, ironia e irrever√™ncia, elas falam sobre suas dissimula√ß√Ķes, devaneios e loucuras. Quatro mulheres bem-sucedidas – ou n√£o – comuns e sofisticadas que numa √ļnica tarde fazem revela√ß√Ķes que as surpreendem e surpreendem o p√ļblico que tem lotado todos os teatros por onde elas passam. Mulheres que se amam e se odeiam ao mesmo tempo. Amigas, enfim.
Amigas, pero no mucho, faz história no cenário da comédia brasileira por sua capacidade em fazer plateias se divertirem e se reconhecerem numa das quatro personagens:
Elias Andreato √© Fram, 50 anos – Divorciada, dois filhos que moram com o pai. √Č a mais velha das quatro amigas. J√° passou dos 50 anos, mas quer parecer 30. Ninfoman√≠aca. Fala muito palavr√£o quando est√° sozinha, em p√ļblico jamais. Faz medita√ß√£o, mas quando est√° com raiva, tem tiques nervosos.
Jonathas Joba √© Debora, 40 anos – Divorciada, sem filhos. Inteligente, perspicaz, ir√īnica, mas tipo dona da verdade. Sempre tem uma considera√ß√£o a fazer, tentando que sua opini√£o prevale√ßa. Idealiza o amor. Come compulsivamente.
Nilton Bicudo é Olívia, 40 anos РCasada com filhos. Foi rica, não é mais. Tem que dirigir sua VAN que leva crianças para a escola. Julga-se sempre perseguida. Está sempre perguntando: O que vocês estão falando de mim? Exalta o marido, Alfredo, para as amigas.
Leandro Luna é Sara, 35 anos РSolteira. Executiva. A mais reservada. Parece ser fria, mas esconde grande esperança. Fuma descontroladamente. Não perdoa as amigas, mas pouco se importa com a opinião dos outros. Desconfiada. Odeia as hipocrisias de Fram.
Informa√ß√Ķes retiradas Morente Forte
Elenco: Jonathas Joba, Elias Andreato, Leandro Luna, Nilton Bicudo. 
Piano ao vivo: Anderson Beltr√£o.
MASP Auditório
Temporada até 01 de Outubro 2017.
Vendas: Ingresso Rapido

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Deu A Louca Na Branca.

Deu A Louca Na Branca.
Texto: Cacau Hygino / Dire√ß√£o: Regiana Antonini. 
Sebastiana (Cacau Prot√°sio) narra sua trajet√≥ria at√© o momento em que teria sido descoberta por Walt Disney, a quem atribui a responsabilidade por t√™-la transformado na personagem mais famosa de todos os tempos. Apesar de sua not√°vel fama, ela guarda ainda uma revolta por seu criador: ele √© quem teria feito com que o p√ļblico sempre a visse e a chamasse de Branca, embora fosse declaradamente negra. 
 Cacau Prot√°sio e Enrico Callado.
Sou super fã da Cacau e foi maravilhoso ver como ela é fenomenal no palco. Ela é um furacão de alegria e alto astral em qualquer lugar. Foi ótimo rir nesta comédia solo, simplesmente maravilhosa. Só gostaria de ter tirado uma foto com ela, como não deu, tirei no painel mesmo, hahaha.

Teatro Faap

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

“DIV√ďRCIO”

“DIV√ďRCIO”
Até Que O Amor Exploda.
Longa de Pedro Amorim, com Camila Morgado e Murilo Benício
estreia dia 21 de setembro.
Hoje foi a coletiva de imprensa do filme Div√≥rcio, com a presen√ßa do diretor Pedro Amorim, do produtor LG Tubaldini Jr., do roteirista Paulo Cursino e dos atores Camila Morgado e Murilo Ben√≠cio. 
O filme mostra o que causa o desgaste no relacionamento entre duas pessoas que se amam, mas que tem algumas diferen√ßas de personalidade marcantes, al√©m das interfer√™ncias externas no cotidiano do casal.
Divórcio é um ótimo filme de comédia do cinema brasileiro, a história é super divertida e dei muitas risadas. Impossível não gostar dos personagens e do filme como um todo, Vale a pena assistir no cinema sim
SINOPSE: Noeli (Camila Morgado) e J√ļlio (Murilo Ben√≠cio) s√£o um casal humilde que enriquece quando inventam o molho de tomate Juno, que se torna um sucesso nacional.  Com o passar dos anos, j√° donos de uma grande empresa e com muito dinheiro, os dois se distanciam. E um incidente na estrada √© a gota d'√°gua para a separa√ß√£o. Enquanto buscam o melhor advogado para defender o patrim√īnio, o ex-casal se envolve em um processo de div√≥rcio cheio de confus√Ķes e momentos hil√°rios.
ELENCO: Murilo Ben√≠cio, Camila Morgado, Luciana Paes, Thelmo Fernandes, Carol Seviran, Fl√°via Martins, Andr√© Mattos, √āngela Dippe, Cynthia Falabella, Bruna Tornarelli, Ant√īnio Petrin, Lu Grimaldi, Gustavo Vaz, Robson Nunes, Jonathan Weel,
Participa√ß√£o especial: Sabrina Sato, Paulinho Serra.
FICHA T√ČCNICA:
Diretor: Pedro Amorim
Produtores: LG Tubaldini Jr e Andr√© Skaf
Diretor de fotografia: H√©lcio Alem√£o Nagamine
Diretora de Arte: Val√©ria Costa
Produtora executiva: Camila Groch
Produtora de Elenco: Marcela Altberg
Figurinista: Lel√™ Barbieri
Roteirista: Paulo Cursino (com colabora√ß√£o de Ang√©lica Lopes)
Argumento de: LG Tubaldini Jr
Empresa produtora: Filmland Internacional
Coprodu√ß√£o e Distribui√ß√£o:  Warner Bros. Pictures
ASSESSORIA DE IMPRENSA - Primeiro Plano
Informa√ß√Ķes retiradas do release de divulga√ß√£o de imprensa.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Histeria.

Histeria
De: Tery Johnson
Tradu√ß√£o e Dire√ß√£o: J√ī soares
Ontem foi o dia de ver a pe√ßa Histeria. Uma √≥tima com√©dia que narra o encontro entre Sigmund Freud (o pai da psican√°lise), e Salvador Dal√≠ (o mestre do Surrealismo). O confronto entre A psiqu√™ humana e o del√≠rio im√°gin√°rio  na mesma pe√ßa. 
Elenco espetacular, tema interessant√≠ssimo em um texto inteligente. Melhor, imposs√≠vel. 
Em 1938, o pintor surrealista Salvador Dal√≠ visita o pai da psican√°lise Sigmund Freud, este j√° padecendo de uma doen√ßa incur√°vel e √†s portas da morte. Freud havia recentemente escapado da Europa nazista e estabelecera-se em Londres.  Deste encontro hist√≥rico, e algo inusitado, surge a mat√©ria prima para Histeria.
Durante o epis√≥dio retratado na pe√ßa, as certezas de Freud s√£o questionadas por duas outras personagens, enquanto a obra de Dali √© satirizada numa vis√£o auto parodiada dele pr√≥prio. Entre di√°logos inteligentes, situa√ß√Ķes farsescas, ritmo fren√©tico e at√© alucina√ß√Ķes, surge uma das “encruzilhadas” do texto: retirar a ess√™ncia do mito √© minar o fundamento da f√©?
Utilizando a linguagem do humor, onde a comunica√ß√£o √© privilegiada para que o p√ļblico possa mergulhar em tem√°ticas complexas e n√£o cotidianas, o autor coloca “respiros dramat√ļrgicos” para que reflex√Ķes mais profundas possam ser feitas. Artimanha usada para em seguida arremessar a plateia em mais uma vertiginosa sequencia de situa√ß√Ķes hilariantes e de apelo popular. Uma grande demonstra√ß√£o da elaborada carpintaria teatral de Terry Johnson.
Informa√ß√Ķes retiradas: Release Morente Forte.
Elenco: Milton Levy, Cassio Scapin, Norival Rizzo e Erica Montanheiro.
Teatro Raul Cortez
Ficará em cartaz até 01 de Outubro.
Outras Informa√ß√Ķes: Morente Forte
Ingressos: CompreIngressos.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Malasartes e o Duelo Com a Morte - Coletiva de Imprensa.

Malasartes e o Duelo Com a Morte
Um Filme de Paulo Morelli. 
Estreia 10 De Agosto.
Sinopse - Pedro Malasartes (Jesu√≠ta Barbosa) vive de pequenas trapa√ßas e est√° sempre se safando das situa√ß√Ķes, mesmo as criadas por ele. Mas ter√° que enfrentar dois grandes inimigos: Pr√≥spero (Milhem Cortaz), que far√° de tudo para impedir que sua irm√£ Aurea (Isis Valverde) namore um sujeito como ele, e a pr√≥pria Morte encarnada (Julio Andrade), que quer tirar f√©rias e enganar Malasartes. Ele ainda ter√° que lidar com a bruxa Parca Cortadeira (Vera Holtz) e Escul√°pio (Leandro Hassum), assistente da Morte. Agora, com personagens deste e do outro mundo se unindo contra ele, Malasartes ter√° que usar de toda a sua esperteza para sair ileso dessa confus√£o. 
Malasartes e o Duelo Com a Morte, longa escrito e dirigido por Paulo Morelli,  conta a hist√≥ria do mais esperto dos homens, o personagem lend√°rio do folclore iberoamericano Pedro Malasartes (Jesu√≠ta Barbosa, em seu primeiro protagonista no cinema). Esse matuto que tem gosto por aventuras e vive de pequenas trapa√ßas, vai se meter na maior de suas confus√Ķes ao ser escolhido pela Morte (Julio Andrade) para ser seu substituto. E tentar√° engan√°-la com toda a sua ast√ļcia para escapar ileso.
“Conheci o Malasartes h√° 30 anos quando fiz uma pesquisa sobre folclore brasileiro para um projeto. Eu me encantei pelo personagem, achei que era muito brasileiro e estava sendo esquecido. Malasartes √© um cara muito esperto e ao mesmo tempo ing√™nuo, tem bom cora√ß√£o mas tamb√©m tem um lado malandro. O que mais me motivou foi resgatar a cultura brasileira perdida. Trazer √† tona essa figura folcl√≥rica do mundo rural que est√° desaparecendo na urbanidade”, conta Morelli. 
No elenco principal, também se destacam: Isis Valderde, como Aurea, a namorada de Malasartes; Vera Holtz, como a bruxa Parca Cortadeira; Leandro Hassum, como o fiel assistente da Morte; Augusto Madeira, como Zé Candinho, amigo de Malasartes; Milhem Cortaz, como o irmão de Aurea, com quem Pedro tem uma dívida enorme; Luciana Paes e Julia Ianina como as parcas Tecedeira e Fiandeira.
A trama se desenrola no interior do Brasil, terra de Malasartes, e no mundo m√°gico, reduto da Morte. Para criar esse universo fant√°stico, a produ√ß√£o contou com recursos sofisticados, e se tornou o longa com o maior n√ļmero de efeitos especiais da hist√≥ria do cinema brasileiro, tendo mais de 50% das cenas geradas por computa√ß√£o. 
SOBRE OS EFEITOS ESPECIAIS - A trama de Malasartes e o Duelo com a Morte se passa em dois mundos:  o caipira, onde vive o protagonista Malasartes (Jesu√≠ta Barbosa), e o m√°gico, lar da t√£o temida Morte (Julio Andrade). Ao criar esse universo imaginado pelo diretor Paulo Morelli, com personagens que voam, seres que se materializam e desmaterializam, velas que balan√ßam, fios com vida pr√≥pria, montanhas encantadas e muita magia, o filme se tornou a produ√ß√£o com o maior n√ļmero de efeitos especiais da hist√≥ria do cinema brasileiro, tendo mais de 50% das cenas geradas por computa√ß√£o.
Elenco - Jesuíta Barbosa, Isis Valverde, Julio Andrade, Leandro Hassum, Milhem Cortaz, Vera Holtz, Luciana Paes, Julia Ianina, Augusto Madeira.
MALASARTES - JESU√ćTA BARBOSA - Para compor o Malasartes eu entrei nesse universo caipira, revi os filmes do Mazzaropi que assistia com meu pai, li os contos na prepara√ß√£o. Tamb√©m aproveitei muito do que tenho de sertanejo, eu sou matuto, mas do Nordeste. Eu sempre vou nesse lugar da crian√ßa, de falar e fazer o que quer. Tenho a impress√£o de que a gente perde o ser brincante quando vira adulto, a gente come√ßa a tentar esquecer a crian√ßa, para parecer mais s√©rio. E a ideia que tenho, n√£o s√≥ neste como nos outros longas que tenho feito, √© que quando a gente volta a ser crian√ßa tudo fica mais simples e mais interessante. 
A MORTE - JULIO ANDRADE - O filme vai na contram√£o do que tem sido feito, tem um lado l√ļdico interessante. A Morte por exemplo √© um personagem perigoso, mas no filme est√° leve. Curti bastante, nunca tinha feito nada num est√ļdio cheio de chroma key, e atuando num penhasco que n√£o existe, com velas que v√£o ser aplicadas depois em computa√ß√£o gr√°fica. A Morte √© um personagem que no fundo tem vontade de estar vivo. Est√° entediado com o mundo que vive, n√£o aguenta mais tirar vidas. Mas √© um cara preocupado com o trabalho dele, n√£o quer deixar qualquer um no cargo, ent√£o ele quer saber se o Malasartes √© realmente esperto para ficar no lugar dele.” 
A AUREA - ISIS VALVERDE - “A Aurea n√£o √© uma mocinha comum, ela √© cheia de molecagem. Sagaz, ela ajuda o Malasartes nos golpes, mas tem uma pureza muito grande. Ao mesmo tempo que em um momento ela √© sensual, no outro √© muito crian√ßa. Ela tem partes dram√°ticas e c√īmicas no filme e eu adoro essa mesclagem. Para compor a personagem fui buscar a crian√ßa que fui de volta, esse olhar mais ing√™nuo e ao mesmo tempo atento a tudo, pois quando a gente cresce perde essa curiosidade. A rela√ß√£o da Aurea e do Malasartes √© o amor no sentido literal, sem nenhum tipo de interesse ou de sexualidade, achei muito bonito.”
O Z√Č CANDINHO - AUGUSTO MADEIRA -  “O filme √© dividido entre o real e o fant√°stico, mas mesmo esse real j√° √© meio fabuloso, foi muito bom trabalhar com esse universo. O Z√© Candinho √© um cara √≠ntegro, um esp√≠rito puro que n√£o v√™ muita maldade. Ele √© engabelado pelo Malasartes, e n√£o guarda m√°goa disso pois para ele esse era o destino. Candinho √© inspirado na obra C√Ęndido, do Voltaire, que tem esse personagem que acredita no destino, no filme o Z√© Candinho √© um contraponto ao fatalismo da Morte e ao livre-arb√≠trio do Malasartes.”
A CORTADEIRA - VERA HOLTZ - Malasartes √© uma personagem do meu imagin√°rio infantil. Eu gosto dessa brincadeira do presencial, algo que n√£o temos mais hoje. Com a internet, as pessoas ficaram cada vez mais escondidas atr√°s de suas m√°quinas, e o Malasartes √© um homem de a√ß√£o, faz acontecer, tem que estar presente para armar tudo e tenta se safar de tudo, at√© da Morte.”
O ESCUL√ĀPIO - LEANDRO HASSUM -  “Escul√°pio √© o leal assistente da Morte (Julio Andrade) , atura todas as suas loucuras. √Č como o assistente do Dr√°cula, Igor, que ao mesmo tempo que apanha e sofre, √© apaixonado pelo Mestre. Escul√°pio escuta a conversa pela metade e come√ßa a achar que a Morte est√° procurando um assistente para o lugar dele, depois de dois mil anos de servi√ßos prestados, e que seu concorrente √© o Malasartes, e vai tentar impedir essa troca. Costumo fazer uma com√©dia mais histri√īnica nos meus filmes e trabalhos na TV e no ‘Malasartes’ o exerc√≠cio √© o da sutileza, falar baixinho, foi muito gostoso.”
Foto totalmente tiete que tirei com parte do elenco - Jesuita Barbosa, Julio Andrade, Augusto Madeira e Vera Holtz.

Informa√ß√Ķes retiradas do PRESSKIT.

terça-feira, 4 de julho de 2017

Amor, Humor O Resto √Č Bobagem.

Amor, Humor O Resto √Č Bobagem.
S√°bado foi  a √ļltima apresenta√ß√£o da temporada da pe√ßa Amor, Humor, O Resto √Č Bobagem, que √© uma com√©dia que trata sobre o cotidiano de quatro amigos e seus relacionamentos amorosos. A pe√ßa rendeu muitas risadas e deixou a noite mais leve. 
Elenco: Monica Carvalho, Sandro Pedroso, Renata Br√°s e Michelle Galego.
  Teatro Uni√£o cultural.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Brincando Em cima Daquilo.

“Brincando Em Cima Daquilo” 
Wilson De Santos.
Pela primeira vez um homem interpreta textos que são referência no teatro mundial, falando de desejos, sonhos e conflitos presentes no universo feminino.
A obra dos italianos Dario Fo (Mistero Buffo e Morte Acidental de um Anarquista),e Franca Rame, encenada no Brasil por grandes atrizes, como Mar√≠lia P√™ra, Denise Stoklos e D√©bora Bloch, volta mais uma vez aos palcos brasileiros, mas com um “pequeno” detalhe, in√©dito em todo o mundo.
O espet√°culo Brincando em cima daquilo, com textos encenados em cerca de 50 pa√≠ses, √© interpretado pela primeira vez por um homem em cena, o ator paulista Wilson de Santos, que vai encarar o desafio de dar vida √†s tr√™s mulheres que misturam humor e poesia para desafiar as pequenas – e tamb√©m gigantescas – repress√Ķes √†s quais est√£o sujeitas em suas rela√ß√Ķes cotidianas.  
Tr√™s esquetes mesclam momentos de muito humor, retirados de rotinas identific√°veis por cada um de n√≥s, com a cr√≠tica contida no enfrentamento √† viol√™ncia e √† educa√ß√£o repressora que insistem em recair sobre as mulheres, ainda hoje. Uma dona de casa √© trancada no apartamento pelo marido, enquanto outra mulher enfrenta um √īnibus cheio na volta do escrit√≥rio. J√° a oper√°ria acorda atrasada e tenta encontrar as chaves da porta de casa, numa luta contra o rel√≥gio e suas “obriga√ß√Ķes” cotidianas. Ressignificadas pelo olhar, voz e corpo de Wilson, todas as cenas s√£o capazes de nos fazer rir e se identificar com a for√ßa da pe√ßa de Fo e Rame, sempre ancorada na uni√£o da coloquialidade do texto e o desempenho dos artistas que decidem dar vida √†quelas hist√≥rias. 
 Wilson de Santos, que valoriza palavras, olhares e o timing em cena para estabelecer um di√°logo √≠ntimo – e sempre hil√°rio – com quem se deixa contaminar pelo humor √°cido com o qual constr√≥i suas personagens. Essa nova vers√£o de Brincando em cima daquilo, portanto, √© uma oportunidade rara de viver atrav√©s do teatro uma experi√™ncia emocionante e, sobretudo, divertid√≠ssima.  
Teatro Renaissance.

Informa√ß√Ķes Retiradas: Teatro Renaissance