♥ Seguidores♥

Mostrando postagens com marcador #cinemanacional. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador #cinemanacional. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 20 de junho de 2018

"Mulheres Alteradas".


"Mulheres Alteradas".
Estreia 5 de julho.
O longa é inspirado nos quadrinhos da argentina Maitena, grande sucesso nos anos 90.
Ontem (19/06), foi o dia de conferir a cabine e a coletiva do filme Mulheres Alteradas, nova comédia da O2 filmes, coproduzida pela Globo Filmes e Telecine, reúne as histórias de quatro protagonistas diferentes vivendo momentos de transformação, seguindo a frase-tema "mulher alterada não é louca, é uma pessoa que está mudando. Interpretadas por Alessandra Negrini, Deborah Secco, Monica Iozzi e Maria Casadevall, as personagens vivenciam situações cotidianas capazes de tirar qualquer um do sério.
Mulheres alteradas é a primeira adaptação para o cinema dos quadrinhos da argentina Maitena Burundarena, grande sucesso nos anos 90. O filme teve sua estreia mundial no 22 Cine PE.

os quadrinhos não tem personagens, tem situações estanques. A adaptação foi um trabalho longo do roteirista com os produtores e o diretor e decidimos por quatro personagens, com algumas questões abordadas pela Maitena: casamento, trabalho, filhos e idade, explica a produtora Andrea Barata Ribeiro.
Fizemos um filme para nos identificarmos e nos divertimos, transpondo a linguagem dos qaudrinhos para o cinema, É uma comédia pop que tem quatro protagonistas mulheres com suas dúvidas e aspirações, define o diretor Luis Pinheiro.
Alessandra Negrini - Marinati: " A Marinati é dedicada e ambiciosa no trabalho e recebe uma proposta incrível que a tornará uma advogada top, mas justamente neste momento se apaixona. Ela é completamente avessa à paixão, porque não quer perder o controle. Pra ela, viver é trabalhar, tem os namorados com quem não se envolve, é independente, livre. Aí a vida dá uma rasteira nela" .
Deborah Secco - Keka: " A Keka é o resumo de muitas mulheres reais que trabalham, são casadas e tem filhos e que depositam uma importância muito grande na estrutura da família, no sucesso familiar. E é difícil mesmo essa experiência, de conseguir manter tudo, ser uma boa esposa, boa mãe, ser uma profissional capaz de trabalhar a ponto de sustentar sua família. Ela representa essa classe de mulheres que de forma muito normal fazem esse malabarismo. Ela está num momento de crise no casamento e decide tentar salvar o relacionamento numa segunda lua de mel" .
Monica Iozzi - Sônia: "A Sônia é uma mulher que queria tanto ser mãe que decidiu por um período abrir mão da profissão e se dedicar exclusivamente a isso. Ela tem dois filhos lindos pelos quais ela é apaixonada, mas como toda mãe sabe sempre existem alguns dias de caos. É o retrato de como é possível ser muto feliz sendo mãe e ao mesmo tempo ficar muito cansada".
Maria Casadevall - Leandra: Leandra é uma jovem adolescente recentemente chegada aos 30 anos. O conceito de adolescência hoje em dia está um pouco mais alargado e ela faz parte desse grupo de pessoas que vivem esse momento de maneira mais intensa ou um pouco mais prolongada. E eu a vejo nesse lugar da adolescência,meio dark e depressiva, mas que encarava isso da maneira dela pois sai todas as noites, vive num mundo de baladas. Ai ela se depara com a crise dos 30 e o filme mostra com ela vai lidar com isso.
Maria: O filme tem uma pluralidade muito interessante e desenvolve a humanidade. O meu personagem busca a eterna juventude agindo de maneira infantilizada e de forma frenética.
Alessandra: Mulheres Alteradas é um filme popular, original e autoral e que atende todos os gostos. Todas as mulheres vão se identificar, porque são fases da vida que praticamente quase toda mulher passa em determinado momento.
Deborah:Fiquei muito encantada pelo roteiro. Mulheres alteradas é um filme ousado, colorido. Eu pedi para fazer a Keka porque era a unica personagem que não me identifiquei. Eu vivi as outras três e esse seria o desafio, o de viver uma mulher otimista.
Mônica: A amizade feminina foi uma das coisas que mais me atraiu para fazer Mulheres Alteradas, a possibilidade de falar do ambiente feminino, cada uma das quatro protagonistas vivendo suas crises de uma maneira não muito pesada.
SINOPSE: Comédia sobre os dilemas tragicômicos enfrentados por quatro mulheres em diferentes fases da vida: Leandra (Maria Casadevall) está na crise dos 30. Solteira, não aguenta mais a intensa vida noturna; sua irmã, Sônia (Monica Iozzi), é o oposto. Casada e com dois filhos, sonha com uma noite de curtição; Já Marinati (Alessandra Negrini) é uma advogada workaholic que se apaixona justo quando sua carreira está deslanchando. E Keka (Deborah Secco), está ansiosa com a viagem que programou para salvar seu casamento.
ELENCO:
Deborah Secco como Keka
Alessandra Negrini como Marinati
Monica Iozzi como Sônia
Maria Casadevall como Leandra
Sergio Guizé como Dudu
Daniel Boaventura como Cristian


EQUIPE
Direção: Luis Pinheiro         
Produção: Andrea Barata Ribeiro, Bel Berlinck
Produtor Associado: Fernando Meirelles
Produção Executiva: Bel Berlinck
Roteiro: Caco Galhardo
Direção de Fotografia: Will Etchbehere
Direção de Arte: Guta Carvalho
Produção de Elenco: Diana Galantini
Montagem: Ricardo Gonçalves, AMC
Música: Fábio Góes
Figurino: Verônica Julian
Maquiagem: André Anastácio
Produção: O2 Filmes
Coprodução: Globo Filmes e Telecine

Distribuição: Paris Filmes e Downtown Filmes
Informações para a imprensa:Primeiro Plano.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

“ALÉM DO HOMEM”.

“Além do Homem”🎦🎥
 de Willy Biondani
Estreia 28 de junho nos cinemas.
Hoje foi o dia de conferir a cabine e a coletiva do filme "Além do Homem". O filme é estrelado por Sérgio Guizé, Débora Nascimento e grande elenco e conta uma aventura fantástica, original e cheia de mistério e suspense.
SINOPSE:
O escritor brasileiro Alberto Luppo (Sergio Guizé) mora em Paris há anos e não deseja retornar ao país de origem. Mas quando um antropólogo francês desaparece no interior do Brasil, Alberto é obrigado a retornar à terra natal para transformar a história em livro. No entanto, durante a viagem, entre medo e encantamento, se entrega ao destino. Guiado por Bethânia (Débora Nascimento), descobre em tudo o que desprezava, a beleza de sua própria identidade.
ELENCO: 
Sergio Guizé / Alberto
Débora Nascimento / Bethânia
Fabrício Boliveira/ Tião
Flávia Garrafa / Rosalinda
Marilyne Fontaine / Nathalie
Stéphan Wojtowicz / Pierre
Giselle Motta / Diva
Maurício de Barros / Josué
Participações especiais: Pierre Richard, Otávio Augusto, Jai Baptista.
FICHA TÉCNICA:
Direção: Willy Biondani
Argumento: Willy Biondani
Roteiro: Eliseo Altunaga, Daniel Tavares e Willy Biondani
Produção: Denise Gomes e Paula Cosenza
Produção Executiva: Lili Bandeira
Fotografia: Olivier Cocaul
Direção de Arte: Sidney Biondani
Figurino: Marjorie Gueller
Produção de elenco: Luciano Baldan
Som Direto: Luciano Raposo
Montagem: Isabelle Rathery e Umberto Martins
Edição de Músicas: Diana Vasconcellos
Edição de Som: Daniel Sasso, Fábio Gonçalves, Fernando Werneck, Gustavo Vasconcelos
Mixagem: Toco Cerqueira
Trilha Sonora Original: Egberto Gismonti
Produção: Bossa Nova Films
Coprodução: Telecine
Distribuição: Imagem Filmes
Patrocínio: CPFL/SABESP
Apoio: Instituto CPFL, MACT PRODUCTIONS, LOC ALL
Assessoria de Imprensa: Primeiro Plano.
São Paulo.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Motorrad.

Motorrad (A Trilha Da Morte).
De Vicente Amorim
Estreia 1º de março nos cinemas!  
Hoje foi a coletiva de imprensa do filme Motorrad e contou com a presença do diretor Vicente Amorim, o quadrinista Danilo Beyruth, o produtor LG Tubaldini Jr. e Carla Salle.

O filme é baseado nos quadrinhos de Danilo Beyruth.
SINOPSE: O jovem Hugo está determinado a ser parte da turma de motocross do irmão mais velho. Ele rouba peças para sua moto e alcança o grupo numa cachoeira remota. Cheios de adrenalina, eles sobem a serra por uma trilha que é interrompida por um antigo muro. Hugo se dá conta que eles podem desmontar o muro, pedra por pedra, e abre uma passagem que os leva a um encontro inesperado com a dona do ferro-velho de onde Hugo roubou as peças. Ela os convida para fazer uma trilha ainda mais eletrizante. Nessa trilha, a diversão fica para trás e eles passam a ser caçados por um grupo de motoqueiros sádicos e sobrenaturais.
ELENCO
Guilherme Prates : Hugo 
Carla Salle : Paula 
Emilio Dantas : Ricardo 
Juliana Lohmann : Bia 
Pablo Sanábio : Tomás 
Rodrigo Vidigal : Rafa 
Alex Nader : Maurício 
Jayme Del Cueto: O Homem Velho

FICHA TÉCNICA
Direção: Vicente Amorim
Produção: LG Tubaldini Jr e André Skaf
Roteiro: L.G. Bayão
Baseado nos personagens criados por Danilo Beyruth
Direção de Fotografia: Gustavo Hadba
Direção de Arte: Tiago Marques
Figurinos: Cristina Kangussu
Música: Lucas Marcier e Fabiano KriegerMontagem: Lucas Gonzaga  
ASSESSORIA DE IMPRENSA: Primeiro Plano.
Motorrad foi o único filme brasileiro que participou  do Festival de Cinema de Toronto (2017) e sua história é repleta de adrenalina, cenas incríveis de motociclismo, suspense e muito terror. Esse é um filme que vale a pena ver na tela do cinema.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

“VAZANTE”

“VAZANTE” 
De Daniela Thomas
Estreia dia 9 de novembro nos cinemas
Ontem foi o dia de prestigiar a pré-estreia do filme Vazante, que é um filme impactante, cheio de nuances e que nos ajuda a entender a profunda desigualdade social brasileira e o sistema patriarcal.
O roteiro é assinado por Daniela e pelo produtor Beto Amaral. O longa foi escolhido como Opening Film da mostra Panorama do 67º Festival Internacional de Cinema de Berlim e venceu os prêmios de melhor atriz coadjuvante para Jai Baptista e direção de arte (Valdy Lopes Jn) no 50º Festival de Brasília. Cisma Produções, Dezenove Som e Imagens e Ukbar Filmes assinam a produção. A coprodução é da Globo Filmes. Europa Filmes é a distribuidora.
Sinopse: Minas Gerais. Século XIX. O fazendeiro Antonio (Adriano Carvalho) volta à casa, depois de uma longa viagem conduzindo uma tropa de escravos. Ao chegar, descobre que a mulher morreu em trabalho de parto. Isolado em uma fazenda improdutiva, ele negocia um novo casamento com a filha de Dona Ondina (Sandra Corveloni), a menina Beatriz (Luana Nastas), enquanto faz a escrava Feliciana (Jai Baptista) vítima da violência. Antonio volta às expedições para negociar escravos e gado. Sozinha na propriedade, Beatriz se aproxima das crianças escravas. Uma traição implode na família em uma espiral de violência, que é o anúncio dos ventos da mudança.
Elenco:
Antonio - Adriano Carvalho
Beatriz - Luana Nastas
Dona Ondina - Sandra Corveloni
Dona Zizinha - Juliana Carneiro Da Cunha
Bartholomeu - Roberto Audio
Feliciana - Jai Baptista
Líder - Toumani Kouyate
Virgílio - Vinicius Dos Anjos
Jeremias - Fabrício Boliveira
Joana - Geisa Costa
Manuel - Alexandre De Sena
Porfírio - Adilson Maghá
Maria Joaquina – Maria Isadora
Francisca - Kelle Das Graças Lopes
Domingas - Maria Helena Dias (Mantega)
Naninha - Dinah Feldman
Padre - Vasco Pimentel
Benguela - Adão de Fátima Gomes
Sebastião - Adelsson Gonçalo Higino
Inácia - Maria Aparecida de Jesus Fátima
 
Alguns dos atores convidados para a pré-estreia:Guilherme Leme,Luciana Caruso e Marina Person.
 
FichaTécnica
Diretora - Daniela Thomas
Roteiristas - Daniela Thomas e Beto Amaral
Produtores - Beto Amaral, Maria Ionescu e Sara Silveira
Coprodutores - Pandora da Cunha Telles e Pablo Iraola
Produtor Associado - Fernando Meirelles
Diretora de Produção - Cristina Alves
Diretor de Fotografia - Inti Briones
Diretor de Arte - Valdy Lopes Jn
Som - Vasco Pimentel
Montadores - Estevan Schilling e Tiago Marinho
Figurinista - Cassio Brasil
Maquiagem - Rosemary Paiva
Uma Produção - Dezenove Som e Imagens, Cisma Produções e Ukbar Filmes
Coprodução - Globo Filmes
Distribuição - Europa Filmes
Assessoria De Imprensa: Primeiro Plano
Melhor atriz coadjuvante (Jai Baptista).

Espaço Itaú Frei Caneca.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Praça Paris.

Praça Paris (Paris Square).
Brasil/ Portugal/ Argentina, 2017, 110min. Português.
Direção: Lucia Murat.
Ontem foi a primeira exibição em São Paulo do filme Praça Paris, que faz parte da 41ª Mostra Internacional de Cinema.
“Praça Paris” ganhou no Festival do Rio os prêmios de Melhor Direção, para Lúcia Murat, e Melhor Atriz, para Grace Passô. A coprodução Brasil-Portugal-Argentina é um thriller que mostra o conflito entre uma psicanalista portuguesa, Camila (Joana de Verona), que está no Brasil para estudos de pós-graduação na UERJ, e começa a atender Glória (Grace Passô), num Centro de Terapia da  universidade. Glória é ascensorista na universidade e tem um histórico de violência muito difícil: estuprada pelo pai, tem apenas o irmão, Jonas (Alex Brasil), chefe do tráfico, que  se faz presente e exerce enorme influência sobre sua vida, mesmo estando preso.  O filme mostra uma relação de transferência ao inverso, onde o medo do outro acaba dominando a trama.
Depois da exibição do filme, aconteceu um debate que contou com a presença de Grace Passô e Digão Ribeiro, que formam um dos casais protagonistas do filme.
Abaixo segue um pouco sobre o que Grace e Digão comentaram sobre diversos temas relacionados ao filme Praça Paris.
Grace:   A preparação para o filme normalmente se faz na relação entre roteiro e atores e direção. A gente partiu de leituras exaustivas do roteiro, e é importante dizer que tivemos uma preparadora. O filme trata de  questões extremamente complexas e dentro de um universo simbólico também muito complexo. Simbolicamente o fato da psicanalista ser portuguesa, o fato de quem é analisada ser uma mulher negra (do morro do Rio de Janeiro), o fato da violência permear a retratação do Brasil,  de um olhar do colonizador. 
O filme trata de muitas questões e a gente foi correr atrás, a Lucia, a preparação e a gente sobretudo através da linguagem e da atuação.  A gente foi correr atrás de tentativas de vencer determinados estereótipos ou sobretudo de dar conta desse universo simbólico tão complexo que tem esse filme. E tentando através de um  estudo clássico de roteiro entre atriz, direção e roteiro, entender como vencer os estereótipos.
É impossível não falar sobre essas questões numa sala de ensaio, em um processo de ensaio sem a gente discutir questões que são fundamentais e estruturais da nossa formação, como por exemplo o racismo. 
A Lucia tem um histórico e uma pratica ativa e muito aberta, em relação em conversar sobre a realidade brasileira  e entender quais que são as possibilidades dessa retratação e o que a linguagem cinematográfica abarque isso.
Infelizmente Lucia Murat não compareceu por motivos de saúde.
Grace: Faço teatro a quase 23 anos, sou atriz, dramaturga, diretora, mineira apesar de fazer uma carioca no filme.
Não conheço  a realidade do Morro carioca e o encontro com Digão foi extremamente interessante. Acho que também, por um modo de tentativa de sobrevivência ao próprio racismo brasileiro, a minha família durante a minha criação, tentou a todo custo me deixar longe de determinados lugares (Morros de BH). Isso é um ato extremamente questionável hoje, porque se eu tivesse filho hoje, eu os levaria.
A convivência com Digão foi muito boa porque e também no filme foi extremamente importante para estar no Morro da Providência, conhecer, vê como se articula a produção do filme para estar lá, a relação que se tem com o cinema no Morro, nessa comunidade com uma produção cinematográfica.
Digão: Meu nome é Digão (Diego Ribeiro), tenho 21 anos, ator, formado pela escola de teatro Martins Pena,  escola mais antiga de teatro da América Latina com 108 anos de história. Sou professor de teatro graduado e vim do RJ, da Cidade de Deus. Quando se fala sobre isso, do meu ponto de vista eu acredito que nossa sociedade esta cansada de ver retratada determinados assuntos, que de tanto falar acaba ficando maçante. Eu que vim da comunidade, enxergo hoje que existe uma energia muito forte para que as pessoas da comunidade permaneça na comunidade. Até de dentro da Comunidade as pessoas tem esse pensamento. 
Quando a gente fala da questão da comunidade, a gente tem que entender que por mais que seja maçante, e a gente não encontre solução, é essa a solução. Eu acho que o filme trás essa proposta de mostrar a realidade e descobrir a solução aqui juntos, debatendo, conversando, chegar a conclusão.
Infelizmente enquanto eu morar no Rio de Janeiro, no Brasil e ver todo dia noticia do que não tem nada mais perigoso para mim, do que ser um jovem negro, eu preciso falar sobre isso, de verdade.
Grace: É muito difícil fazer cinema no Brasil, estou falando nesta condição como mulher negra. A gente  que é negro/negra no Brasil, vive dentro, mergulhado numa espécie de tortura simbólica diária, isso na mídia, enfim, nas próprias linguagens artísticas. E o cinema de um modo geral, tem passado por uma espécie de revolução. Que vem acontecendo no Brasil e que vem, através de uma militância que esta ligada a vários movimentos, não um movimento e sim a vários negros e negras em movimento, que produz em redor disso,  uma espécie de farol na nossa sociedade. E eu sou nada mais, nada menos, fruto de uma luta muito grande de militâncias. 
Digão, Grace Passô e produtora Gabriela.
Elenco: Grace Passô (Glória), Joana de Verona (Camila), Alex Brasil (Jonas), Digão Ribeiro (Samuel), Babu Santana (Pastor), Marco Antonio Caponi (Martin).
sessões em São Paulo:
Domingo, 29/10 15:20 Espaço Itaú Frei Caneca 5
Segunda, 30/10 15:30 Cinearte 2

41ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.