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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Não Vamos Pagar!

Não Vamos Pagar!
Dario Fo e Franca Rame.
Não vamos pagar! é uma comédia ágil e provocativa que desenrola a partir de uma reclamação contra a alta de preços num supermercado que desencadeia uma série de situações surpreendentes e inesperadas. Constrói-se uma rara e inteligente combinação de crítica social e humor. 
Sinopse: Antônia e Margarida não conseguem chegar ao fim do mês com as contas em dia. Antônia acabou de perder o emprego e seu marido, João, trabalha numa fábrica prestes a ser fechada. Em protesto pelo aumento abusivo dos preços, um grupo de donas de casa acaba saqueando um supermercado. Antônia participa do ato, o que desencadeia uma sequência de incidentes que vai exigir muito jogo de cintura e criatividade, gerando soluções inesperadas a medida que ela, com o auxílio relutante de Margarida, tenta evitar que o seu marido, homem honesto e de fortes princípios, e as forças da lei, que vasculham todas as casas, descubram os itens roubados.
Não vamos pagar! trata-se de uma comédia de riso franco, sem subterfúgios, onde o falso e o absurdo tomam conta da narrativa.
Informações retiradas: Não Vamos Pagar!
Ingressos: Não Vamos Pagar!
É com muito orgulho que trago essa peça para o Brasil,  nesse momento político e econômico tão difícil que faz com que esse texto, escrito na Itália em 1974, se torne tão atual. Virginia Cavendish
Elenco: Virginia Cavendish, Marcello Airoldi, Luisa Vianna, André Dale e Zéu Britto.
Teatro Folha.

sexta-feira, 17 de março de 2017

O Homem Das Cavernas.

O Homem Das Cavernas.
Rob Becker.
A peça é uma brincadeira divertida e perspicaz sobre as formas como homens e mulheres se relacionam, conseguindo que ambos os sexos morram de rir e se reconheçam. O ator Norival Rizzo interpreta personagem que repensa sua vida amorosa enquanto, inspirado no homem das cavernas, disseca as diferenças entre homens e mulheres.Com um efeito pacificador nos desentendimentos entre homens e mulheres.
A primeira montagem estreou em São Francisco, em 1991, e foi rapidamente levada para Dallas, Washington, Philadelphia e Chicago, antes de sua estreia na Broadway, em 1995. Depois de dois anos e meio e 702 apresentações no teatro Helen Hayes Theater, “O Homem das Cavernas” entrou no livro dos recordes como o monólogo que mais tempo ficou em cartaz na história da Broadway. Rob Becker escreveu “O Homem das Cavernas” depois de um período de três anos de estudo informal de antropologia, pré-história, psicologia, sociologia e mitologia. Usou como base as informações para criar um texto com grande capacidade de comunicação com o público.
 Teatro Folha, com sessões as terças e quartas-feiras, 21h.

quinta-feira, 9 de março de 2017

O Empréstimo.

O Empréstimo.
Uma comédia de Jordi Galceran.
Direção e tradução de Isser Korik.
O Empréstimo(el credito) faz sucesso por onde passa e já pode ser considerada uma das peças de Galceran com maior número de montagens. Já foi montada na Espanha, Hungria, Itália, Alemanha, Grécia, Turquia, Bulgária, Estônia, Suíça, Polônia, Romênia, Finlândia, Peru. Chile, Costa Rica, Venezuela, Colômbia, Porto Rico, Argentina , Uruguai, México e Estados Unidos.
Esta peça é a mais recente obra de teatro escrita pelo autor, editada por Ediciones Antígona, e lhe rendeu o primeiro toro de Dramaturgia Catalana.
Segundo o autor, "No nosso mundo civilizado, quando você precisa de dinheiro você vai ao banco pedir um empréstimo. Se não o concedem, você dá meia volta e vai para casa, cabisbaixo, pensando que as coisas vão mal, que o crédito não flui, que a crise...ou não.
Hoje, talvez não. Talvez hoje, quando você tem o crédito negado, não volte para casa com o rabo entre as pernas. Talvez você olhe o gerente nos olhos, coloque as cartas na mesa e diga que é você que tem alguma coisa no bolso do colete, e que se ele não lhe der o dinheiro você vai agir, nada violento, meu deus, não! Mas hoje, se o gerente noa libera a grana, talvez você transforme a vida dele numa verdadeira catástrofe."
Informações retiradas do programa da peça.
Leonardo Miggiori (o cliente) e André Mattos (o gerente).
Teatro Folha.