♥ Seguidores♥

terça-feira, 13 de junho de 2017

Enquanto as Crianças Dormem.

Enquanto as Crianças Dormem.
Foto: Leekyung Kim
O espetáculo Enquanto as Crianças Dormem é um antimusical tragicômico, Dan Rosseto (autor e diretor), discute o que o ser humano seria capaz de fazer para realizar os seus sonhos.
Foto: Leekyung Kim
Enquanto as Crianças Dormem, conta a história de Kelly (Carol Hubner) uma fã do musical O Mágico de Oz, que trabalha como atendente de uma rede de fast-food e sonha em imigrar para a América e se tornar uma atriz de musical na Broadway.
Foto: Leekyung Kim
Sem perspectivas para realizar o seu desejo, a mulher fantasia sua rotina transformando em números musicais momentos da sua vida: um dia difícil na lanchonete se torna um show onde ela é a grande estrela. Mas como a vida não sorri para a mulher, à medida que a história avança ela acumula experiências ruins, fazendo com que os sonhos se transformem em pesadelos terríveis.
Foto: Leekyung Kim
Num inusitado encontro no supermercado, Kelly vê uma possibilidade de transformar o seu sonho em realidade ao conhecer Ellen (Carolina Stofella), uma mulher disposta a financiar passagem, passaporte e dólares para bancar as suas despesas na América.
Foto: Leekyung Kim
Mas qual será o preço a pagar? E se há um preço, o que pode acontecer quando alguém muda por completo a sua vida e embarca numa jornada sem redenção? Kelly e Ellen, serão cúmplices ou inimigas? E você, estaria disposto a tudo para realizar um sonho?
Foto: Leekyung Kim
Elenco: Carol Hubner, Carolina Stofella, Diogo Pasquim, Haroldo Miklos, João Sá, Juan Manuel Tellategui, Roque Greco e Samuel Carrasco
Texto e direção: Dan Rosseto 

Assistente de direção: Diogo Pasquim 
Direção de produção: Fabio Camara
Produção executiva: Roque Greco 
Trilha sonora original: Fred Silveira
Letras originais: Dan Rosseto
Figurinos: Kleber Montanheiro
Assistente de figurino: Marina Borges
Cenário e adereços: Luiza Curvo
Cenotécnico: Domingos Varela
Desenho de luz: César Pivetti e Vania Jaconis
Preparação de elenco: Amazyles de Almeida
Direção de movimentos e coreografias: Alessandra Rinaldo e João Sá
Operador de luz e som: Jackson Oliveira
Designer gráfico: André Kitagawa e Francine Kunghel
Fotos: Leekyung Kim
Assessoria de Imprensa: Fabio Camara 
Realização: Applauzo Produções e Lugibi Produções Artísticas
Foto: Leekyung Kim
LOCAL: Teatro Aliança Francesa, Rua General Jardim, 182 – Vila Buarque. 226 lugares+ 04 PNE. (Estacionamento conveniado em frente) 
DATA: 31/05 até 27/07 (Quartas e Quinta às 20h30) 
INFORMAÇÕES: 3572 2379 e www.teatroaliancafrancesa.com.br 
INGRESSOS: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia)  
DURAÇÃO: 110 min 
CLASSIFICAÇÃO: 14 anos 

Informações retiradas do release de imprensa.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Alice No País do IÊ IÊ IÊ.

Alice no País do IÊ IÊ IÊ.
Direção Carla Candiotto.
Alice no País do IÊIÊIÊ é um espetáculo musical inspirado no clássico Alice no País das Maravilhas de Lewis Carroll. 
Neste musical, Alice é uma menina deslocada, que foge aos padrões e sofre bullyng na escola. Graças ao avô, dono de uma lojinha de discos e amante da Jovem Guarda, ela vai ganhar uma força e ir ao encontro do que sabe fazer melhor: Cantar. 
Estimulada e inspirada pelo avô, Alice embarca em um mundo de fantasias, quando é engolida pelo rádio vitrola portátil e é transportada para a década de 60.
Alice vai parar no auditório de um programa de TV e encontra o Coelho/Produtor, os personagens Boyzão, Boyzinho, Boyzudo e Boyzeco e a cantora Diva até chegar ao Rei.
Em suas aventuras, Alice enfrenta muitos perigos ate conseguir voltar para o mundo real.
A história de Alice gira em redor das canções dos anos 60, entre os sucessos apresentados no musical estão O Calhambeque, Negro Gato, Festa de Arromba, Este tal de Rock´n´roll e muito mais.
A peça além de ser uma viagem aos anos 60, mostra a importância do incentivo da família no desenvolvimento das crianças.
Informações: Theatro Net.
Ingressos: Ingresso Rápido.
Elenco: Amanda Doring, Deborah Marins, GiuMallen, Leandro Massaferri, Leo Araujo, Pedro Arrais, Rodrigo Naice, Rosana Chayn e Victor Maia.
Teatro Net.

video

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Dorotéia.

DOROTÉIA
Releitura do clássico de Nelson Rodrigues
Direção e Encenação Jorge Farjalla
Direção Musical João Paulo Mendonça
Escrita em 1949, Dorotéia fecha o ciclo das obras do teatro desagradável de Nelson Rodrigues, intitulado pelo crítico Sábato Magaldi como “peças míticas” sendo a única farsa escrita pelo autor. O texto é uma ode à beleza da mulher onde a heroína, título da obra, segue em busca da destruição de sua própria beleza para se igualar a feiura de suas primas Dona Flávia, Maura e Carmelita.
Matriarca da família, Dona Flávia recebe Dorotéia, ex-prostituta que largou a profissão após a morte do filho e vai buscar abrigo na casa de suas primas, onde vivem também Maura e Carmelita, num espaço sem quartos e onde há 20 não entram homens. Três viúvas puritanas e feias que não dormem para não sonhar e, portanto, condenadas à desumanização e à negação do corpo, dos sentimentos e da sexualidade. Arrependida, Dorotéia procura abrigo na sua família e é, em alguns momentos, questionada por Dona Flávia, a prima mais velha, que, mesmo com sua raiva, implicância e orgulho, faz de tudo para removê-la da ideia, às vezes com uma nesga de afeto, de fragilidade e disfarçados gestos de acolhimento, mas contando que ela aceite as condições de viver naquela casa. 
Dorotéia, linda e amorosa, nega o destino e entrega-se aos prazeres sexuais. Este é seu crime, e por ele pagará com a vida do filho e buscando a sua remissão. Na história desta família de mulheres, o drama se inicia com o pecado da avó que amou um homem e casou-se com outro. É neste momento que recai sobre todas as gerações de mulheres da família a “maldição do amor”. Elas estão condenadas a ter um defeito de visão que as impede de ver qualquer homem, se casam com um marido invisível e sofrem da náusea nupcial – único sinal de contato que teriam em toda vida com o sexo masculino. Em troca de abrigo, Dorotéia aceita se tornar tão feia e puritana como as primas.
O motivo central que organiza a peça é o dilaceramento do espírito humano e o delírio que se constitui através da fissura, das vontades. As personagens são “fissuradas” por algo que não podem ter: o sexo. A convivência entre prazer e pureza em que ao mesmo tempo são cortadas ao meio pela tensão daí decorrente, que termina por destruir as formas de vida, ou seja, a personagem central pecou e se arrependeu. Arrependeu? Nem tanto, pois sob a instigação de Dona Flávia, para concluir sua purificação pela feiura e pela doença incurável deve pecar novamente com Nepomuceno, o senhor das chagas. Dorotéia é uma mistura de sonho, pesadelo, desatino e destino irremediável. Por um momento paira a esperança de que a maldição não se cumprirá, mas ela é irreconhecível.
Elenco: Rosamaria Murtinho, Leticia Spiller, Alexia Dechamps, Anna Machado, Dida Camero, Jaqueline Farias, André Américo, Daniel Martins, Du Machado, Fernando Gajo, Pablo Vares e Rafael Kalil.
Informações da página oficial: Morente Forte.
 Teatro Cetip
Sexta e Sábado às 21h | Domingo às 19h
Duração: 90 minutos

terça-feira, 6 de junho de 2017

A Bela Adormecida.

A Bela Adormecida.
Com direção do italiano Billy Bond, o musical infantil A Bela Adormecida é fruto da adaptação do famoso conto de fadas homônimo e conta a história da princesa Aurora (Bela Adormecida), que, em sua festa de batizado, acaba sendo vítima de uma terrível maldição proferida por Malévola, a rainha do mal.
Adriane Galisteu no papel de Malévola, faz uma vilã jovial, elegante e majestosa e Vittorio Galisteu, faz o papel do Príncipe Felipe Criança. 
A Bela Adormecida também nos presenteia com personagens carismáticos e sequências incríveis, a começar pela abertura, que se destaca pela riqueza dos cenários e, principalmente, pelos belíssimos efeitos especiais. Efeitos, estes, que podem ser vistos durante toda a apresentação, como, por exemplo, na transformação de Malévola em Dragão, a luta entre o Príncipe Felipe e o Dragão, a mudança de cores do vestido da Bela Adormecida, atores contracenando com desenhos animados, entre outros. Além disso, o público poderá experimentar interações, como cheiros e sensações de chuva e neve na plateia.
O musical possui, no total, seis cenários reais e virtuais, todos minuciosamente elaborados e construídos. As fadas Flora, Fauna e Primavera, protetoras de Aurora, são personagens que prometem encantar e cativar a audiência do teatro. Este trio de irmãs renderá cenas mágicas durante o musical, como, por exemplo, um desastre provocado e que se torna a surpresa do aniversário da princesa adormecida. As três personagens conduzem, praticamente, a história toda durante o musical. Carlos Gardin ficou responsável pelos figurinos do espetáculo. Ele criou e produziu 180 peças para dar vida a este mundo de fantasia cheio de glamour. Os 40 personagens que aparecem em cena serão representados por 22 atrizes e atores, que se revezam em diferentes papéis.
Elenco: Adriane Galisteu, Nicole Rosemberg, Caio Mutai, Vittorio Galisteu, Alan Ribeiro, Erika Eremenko, Fausto Crispim, Luana Marthin, Ana Saguia, Paula Canterini, Andrean Malini, Henrique Rodrigues, Anderson Santos, Caio Menegão, Davi Nuñes,Tony Filho, Leonardo Cavichiolli, Larissa Andrade, Achila Felix, Nicole Tulcheski, Karolina Sanches,Raquel Carlos
Duração do espetáculo:110min aproximadamente.
Ingressos: Teatro Opus.
Teatro Opus.
As Informações sobre o musical foram retiradas da página do Teatro Opus.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

O Folclore e as Lendas D'água 🎭

O Folclore e as Lendas D'água 🎭
Neste espetáculo, figuras do folclore brasileiro como o Boto Cor-de-Rosa, Iara, Cazumbá, Cobra Morato, Bumba Meu Boi, Pirarucu, Catirina, ... ganham vida e mostram a diversidade do folclore brasileiro com muita música e diversão.
O Folclore e as Lendas D´água é um passeio mágico pelas crenças e por alguns rios do Brasil, como o São Francisco. A peça mostra de forma lúdica a história de diversos personagens e como eles surgiram na crença popular.
Cada personagem que é retratado no peça, encanta as crianças e mostra o quanto é rica a nossa cultura popular.
Particularmente gostei muito da Iara, uma índia que os irmãos tinham ciúmes... e acabou se transformando em uma sereia.
Eu não conhecia a história da Cobra Norato, que nos fala sobre uma índia engravidou e deu a luz a gêmeos e que se transformavam em cobras, uma boa e outra perversa...
 Elenco: Claudia Nascimento, Adriano Salhab, Danilo Bethon, Gil Teles, Thays Sposito.
A peça "O Folclore e as Lendas D´água" fica em cartaz até julho no Teatro Itália. 
Teatro Itália.
Sábados e Domingos
às 16h.