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segunda-feira, 8 de maio de 2017

Projeto Trampolim - Arnaldo Antunes.

Projeto Trampolim Com Arnaldo Antunes.
Foi um bate papo descontraído e com muita música de primeiríssima qualidade. 

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No dia 05/05 aconteceu o primeiro Talkshow do Projeto Trampolim 2017, com Arnaldo Antunes na Caixa Cultural de São Paulo.
O Projeto Trampolim gira em torno das histórias de algumas canções conhecidas do grande público, aquelas que foram  "trampolins" para o sucesso do artista. 

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Arnaldo Antunes é cantor, compositor, artista plástico e poeta e foi um dos criadores e cantor do grupo Titãs.
Formou com Marisa Monte e Carlinhos Brown o trio Tribalistas, já tem 16 discos solo e é um dos principais compositores da mpb.
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Músicas tocadas:
01- Não vou me adaptar,
02- O Que/ Comida,
03- O Pulso,
04- Cabelo,
05- De Mais Ninguém,
06- Socorro,
07- Fora de Si,
07- Se Tudo Pode Acontecer,
08- Velha Infância,
09- Saiba,
10- Sem Você,
11-  Ela É Tarja Preta,
12- A Casa É Sua.
Agradeço a Sylvia Vitalle por me ceder uns vídeos e a foto da fila. Os ingressos para o show estava esgotado, mais ficamos na fila dos ingressos remanescentes e conseguimos ver o talkshow do Arnaldo Antunes. Como sentei muito distante, os meus registros ficaram com péssima qualidade, os dela me salvaram.
Caixa Cultural São Paulo.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Senhor das Moscas.

 Senhor das Moscas.
William Golding.
Direção: Zé Henrique de Paula.
Senhor das Moscas, cujo significado vem da palavra Baal-Zebu ou Belzebu, foi um livro publicado em 1954 em que o autor tenta expor o mal na essência do ser humano. Este livro é considerado um dos clássicos da literatura inglesa, e é repleto de simbolismos.
A História mostra um grupo de crianças em idade escolar, presas em uma ilha após um acidente de avião. Eles são submetidos a situações extremas, sem adultos e longe da civilização. 
Neste novo ambiente em que todos lutam pela sobrevivência, as crianças educadas acabam perdendo a civilidade e regridem aos seus instintos mais selvagens, usando a força para impor as suas vontades, demonstrando suas verdadeiras personalidades e nos fazendo questionar se a maldade ou bondade  são inerentes ao nosso ser.  Qual será a nossa verdadeira natureza e até que ponto teremos o controle de nossas ações?
Senhor das Moscas é uma história impactante, com personagens intensos e bem construídos, que nos fazem refletir sobre o quão tênue é a linha entre a civilidade e a barbárie.
Senhor das Moscas é uma peça com um texto brilhante e com atores formidáveis. Recomendadíssimo.
Sinopse: Crianças inglesas de um colégio interno ficam presas em uma ilha deserta, sem a supervisão de adultos, após a queda do avião que os transportava para longe da guerra. Os meninos se vêm sob duas lideranças naturais: Jack está sempre preocupado em caçar, matar os porcos selvagens que existem na ilha, organizando sua equipe de caçadores; enquanto Ralph ocupa-se em deixar uma fogueira sempre acesa, para que possam ser, um dia salvos. Ralph deseja voltar para o mundo moderno, para a civilização, enquanto Jack cada vez mais rompe seus laços com ela.
situação se torna mais complexa quando aprece um "bicho" para aterrorizá-los. Então as crianças escolhem um símbolo sobrenatural: uma cabeça de porco espetada numa estada, que eles batizaram como Senhor das Moscas e para quem pedem proteção contra os perigos da ilha.
Elenco: Arthur Berges, Bruno Fagundes, Davi Tápias, Felipe Hintze, Felipe Ramos, Gabriel Neumann, Guilherme Lobo, Lucas Romano, Paulo Ocanha Junior, Pier Marchi, Rodrigo Caetano, Rodrigo Vellozo, Thalles Cabral, Gabriel Malo, Joao Paulo Oliveira, Luiz Rodrigues.
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Teatro Sesi
Centro Cultural Fiesp.

terça-feira, 2 de maio de 2017

j.Borges - 80 Anos.

J. Borges
80 Anos.
Curadoria: Marcelle Farias e José Carlos Viana.
J. Borges é um dos mais importantes artistas do Brasil. Patrimônio vivo de Pernambuco, nasceu em 20 de dezembro de 1935, no município de Bezerros.
Mestre da literatura de Cordel, é o xilogravurista brasileiro mais reconhecido no Mundo.
Sua obra já foi exposta na França, Espanha, Venezuela, Alemanha, Suíça e Estados Unidos, onde foi tema de uma reportagem do The New York Times, que o apontou como gênio da arte popular.
Para celebrar as oito décadas do artista, A Caixa Cultural apresenta a exposição J. Borges 80 Anos, trazendo uma coletânea de 10 xilogravuras inéditas.
Como J. Borges não tinha dinheiro para encomendar as ilustrações, passou a fazer ele mesmo suas matrizes, inovando o processo tradicional ao conceber uma técnica autoral para colorir as imagens.
Autodidata, J. Borges se tornou artista plástico. Desde então não parou mais de fazer matrizes por encomenda e também para ilustrar as centenas de cordéis que lançou ao longo da vida.
"A xilogravura nasceu em mim a partir da necessidade de ilustrar o cordel". J. Borges
"O ar cheira a tinta, cheira a madeira. As pranchas de madeira, em pilhas altas, esperam que Borges as talhe, enquanto as gravuras frescas. recém impressas, secam penduradas no arame de um varal. Com sua cara talhada em madeira, Borges me olha sem dizer nada." Eduardo Galeano
"Eles vêem meu trabalho como obra de arte, mas para isso acontecer eu tive que enfrentar muitos anos de luta com otimismo e esperança de vencer as dificuldades que me apareciam ao longo dessa trajetória". J. Borges
Reprodução gravura Plantio de Algodão.
Reprodução gravura No Meu Tempo De Criança.
Espaço dedicado a literatura de Cordel, que permite um verdadeiro mergulho na poesia popular de J. Borges, na qual ele versa com genialidade os acontecimentos, fatos políticos, lendários, folclóricos ou pitorescos da vida como ela é.
A Literatura de Cordel é um gênero literário popular escrito frequentemente na forma rimada, originado em relatos orais e depois impresso em folhetos que são ilustrados com xilogravuras. O nome tem origem na forma como tradicionalmente os folhetos eram expostos para venda, pendurados em cordas, cordéis ou barbantes.
Em 2006, J. Borges recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, assumindo assim a missão de transmitir seu conhecimento para as gerações futuras.
Caixa Cultural São Paulo
Até 07/05/2017
Observação: Todas as informações foram retiradas do catálogo J. Borges 80 Anos, distribuído gratuitamente pela Caixa Cultural.

sábado, 29 de abril de 2017

A Noite Em Que Blanche Dubois Chorou Sobre Minha Pobre Alma.

 A Noite Em Que Blanche Dubois Chorou Sobre Minha Pobre Alma.
Texto: Jarbas Capusso Filho.
Direção: Renato Andrade.

Estela é uma atriz frustrada por ter perdido o papel de Blanche Dubois, personagem emblemática de Um Bonde Chamado Desejo de Tennessee Williams. Sozinha há oito anos, desde a morte de seu marido, ela contrata os serviços de Johnny, um garoto de programa. O jovem passou a infância em um cemitério e tenta esquecer seu passado. No encontro, os dois compartilham sonhos e vivências e se revelam solitários e dependentes da bondade de estranhos. 

Elenco: Inês Aranha e Daniel Morozetti.
Vi duas vezes e indico. Texto excelente e atores talentosos. A peça é incrível e emocionante❤ 
Teatro Eva Herz.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Cícero Dias - Um Percurso Poético.

Cícero Dias - Um Percurso Poético.
A exposição apresenta 125 obras de um dos mais importantes artistas brasileiros.
A mostra traça um panorama da produção do Cícero Dias e divide suas obras em três etapas: Brasil, Europa e Monsieur Dias - Uma vida em Paris.
A exposição apresenta também, cartas, textos e fotos de Manoel Bandeira, José Lins do Rego, Gilberto Freyre, entre outros.

Cícero Dias é um importante artista pernambucano, que viveu em Paris e que teve uma longa e produtiva carreira. Sendo livre, ousado e fazendo o que lhe dava vontade, sem medo das críticas.
Cícero Dias integrou como nenhum outro artista brasileiro, a vanguarda artística europeia.

Cícero Dias foi o responsável por levar a poesia “Liberté” de Éluard para fora da França ocupada pelos nazistas. Impressa pelos Aliados, a poesia foi jogada de avião sobre Paris, para dar ânimo à Resistência. Por essa ação, Cícero foi condecorado no final da Guerra. 
Segue um trecho:
...Na ausência sem mais desejos
Na solidão despojada
E nas escadas da morte
Escrevo teu nome

Na saúde recobrada
No perigo dissipado
Na esperança sem memórias
Escrevo teu nome

E ao poder de uma palavra
Recomeço minha vida
Nasci pra te conhecer
E te chamar

Liberdade

CCBBSP (Centro Cultural Banco do Brasil).
Até 03/07/2017.
Entrada Grátis.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Henri Cartier-Bresson - Primeiras Fotografias.

Henri Cartier-Bresson 
 Primeiras Fotografias
Curadoria João Kulcsár.
Henri Cartier-Bresson é um dos mais importantes e influentes fotógrafos do século XX. 
Após adquirir uma câmera Leica, ele a tornou uma extensão do seu corpo e através dos seus registros fotográficos, mostrou os países por onde andou de maneira única.
 
Seus registros fotográficos envolvem o corpo, o olhar e o movimento.

Considerados por muito como o pai do fotojornalismo, Henri Cartier-Bresson é chamado como: "O Picasso da Fotografia". Sobretudo, ele utilizava as técnicas da fotografia em preto e branco.

Centro Cultural Fiesp.
Até 25/06/2017